O que você quer saber sobre História?



Este blog tem como objetivo discutir História, postar artigos, discutir assuntos da atualidade, falar do que ninguém quer ouvir. Então sintam-se a vontade para perguntar, comentar, questionar alguma informação. Este é um espaço livre para quem gosta de fazer História.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

João Goulart

Essa semana que se findou foi cheia de emoções respeitante ao ex presidente da república do Brasil o senhor João Belchior Goulart.
Confesso que estremeci da mais viva emoção ao ver os militares na Esplanada dos Ministérios prestando honras militares aquele a quem causaram tantosd males.
Minha grande alegria é ver, a cada dia, os militares sendo desmascarados e apontados nos seus crimes de lesa-pátria que eles cometeram, assim como os crimes horríveis vindos à tona para todos cohecerem.
Mita alegria mesmo. João Goulart foi deposto pelos golpistas militares que subjugaram o país por muitos anos, torturando, matando e sumindo com os corpos vitimados pelas terríveis torturas.
Lanentemos que ainda falta a cadeia para todos os golpistas e assassinos que vestiram o pijama.
Entretanto, é bom a nação vigiar melhor os milires. Sabe-se que cerca de 3 anos atrás, uma turma formada na academia das Agulhas Negras escolheu e teve como patono da sua formatura o mais sanguyinário de todsos os ditadores usurpadores na pessoa do famigerado Garrastazu Médici.
Para quem tem a mente curta é preciso dizer que no seu sepultamento apenas membros da sua família que pediu para que ele fosse esqecido.
Viva João Goulart. Não que tenha sido um presidendewte inesquyecível, mas que não teve respeitada a dignidade do seu cargo.
Noi mais viva a justiça e a liberdade!

domingo, 20 de outubro de 2013

JUSTIÇA DIVINA OU CRIMINALIDADE DESVAIRADA?


        Essa semana que passou a televisão noticiou com estardalhaço sobre as mortes de quatro bandidos que assassinaram o garotinho boliviano chamado Bryan, em São Paulo.
       Para quem já não mais se recorda cinco bandidinhos da pior vagabundagem do país, invadiram um cortiço infame e miserável de alguns bolivianos e intimaram a que os pais do Bryan entregassem todo o dinheiro que eles haviam juntado em são Paulo como resultado de trabalho servil e escravo. Mas dinheiro honesto.
          Na ocasião, o pequeno e inocente Bryan entregou uma moedinha que guardava
 no cofrinho para comemorar o seu aniversario que seria na semana seguinte. Assustado o pobre menino de cinco aninhos começou a chorar, sendo ordenando por um dos bandidinhos que se calasse. Um  menino apavorado, não parou. Resulta que o bandido desferiu um tiro de arma de fogo na cabecinha do Bryan tirando-lhe a vida.
        Sete dias após os bandidos fora presos, e entregues ao centro de detenção. Apareceram dois deles mortos no pátio da prisão, provavelmente e supostamente envenenados. Sete dias depois do hediondo crime, sem que a sociedade soubesse, os dois outros bandidos já haviam sido justiçados por desconhecidos, mas só agora depois de exames de DNA confirmados se trata daqueles bandidos.
          Resta um bandidinho preso sob a mais severa proteção e anonimato. Trata-se de um menor que participou da hediondez. Bandidos que querem curtir a vida sem estudar e sem trabalhar para ganhar “as mina” e curtir os horríveis bailes dessas periferias, celeiros de bandidos e incontroláveis bandidos.
          A pergunta é: Será que se tratou de mortes efetuadas pelo crime organizado? Será que agora os bandidos são os que fazem justiça? Será que o sistema faliu e apagou de vez?
        Pessoalmente sou levado a acreditar que foi feita uma grosseira justiça desvairada de bandidos que apenas se sentiram incomodados com as batidas feitas pela policia em busca dos assassinos. Bandido não pratica a justiça. Matam por motivos egoísticos. Deveriam acertar a justiça inerte, morta e cambaleante ébria de indecência e imoralidade vendendo sentenças e deixando de aplicar as leis que ainda restam no país.
         Quatro deles pagaram com as vidas as suas próprias vidas de crimes. Mas não posso me negar a reconhecer que, JESUS um dia disse a Pedro que cortou a orelha de um soldado chamado Malco que guardasse a sua espada com a qual havia ferido mesmo soldado, dizendo que “com quem ferro fere, um dia será ferido”.
          Tenho observado durante esses quase quarenta anos de advocacia que os bandidos armados sempre morrem por armas de fogo.
         Sou propenso a acreditar numa Justiça Divina e infalível. Deus usa os homens como quer e deseja. Ou não?
        Cadeia a todos os transgressores da lei, ainda que se travestidos de justiceiros.

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ASSALTO AO CORREIO DE ITIÚBA


          Se a memória não está enganando o escriba, foi por volta do início dos anos 1960 que um fato inusitado ocorreu em Itiúba gerando dores de cabeça para pessoas inocentes, inclusive.
          Chegaram para trabalhar na agencia dos correios de Itiúba duas mulheres. Uma de nome Maria Augusta franzina de cabelos curtos, e, outra, de nome Geralda gorduchinha e simpática. Dentro de alguns poucos meses, a Maria Augusta assumiu sua personalidade, cortando os cabelos bem curtinhos como os homens, e passou a vestir-se de calças masculinas, inclusive as camisas e a falar grosso. Geralda era a “menina”. As duas viviam em mancebia feminina próprio das lésbicas assumidas.
         As pessoas que iam ganhar a vida em São Paulo enviavam dinheiro para os seus familiares que chegava dentro de envelopes apropriados, com um espelho transparente na face indicando a quantia. Era o chamado envio postal.
         O “casal” que morava na própria agencia, de repente começou a farrear e adquirir animais de montaria, promovendo festas homéricas regadas a muita bebida.
        De repente, estourou o noticiário. O correio havia sido assaltado na madrugada, as “mulheres” foram, na sua versão, amarradas e espancadas, o dinheiro havia sumido pretensamente levado pelos misteriosos ladrões. Investigações, viagens para a cidade vizinha de Queimadas, apurações e investigações da Polícia Federal e outras, até que tudo foi desmascarado. As duas haviam surrupiado o dinheiro da agencia e dos pobres que iam para São Paulo, simularam o assalto, numa tentativa para encobrir tanta farra com o dinheiro alheio, já que não existe nada que, feito às escondidas, não venha um dia a ser descoberto.
         Os demais funcionários que nada tiveram com as estripulias das “meninas boiolas” tiveram de comparecer em viagens pontuais até que o processo terminou com a apuração e comprovação da ladroagem das duas.
       A farsa foi desmontada, as duas perderam os empregos e se escafederam pelo mundo do meu Deus, depois do vexame e da vergonha que levaram para a cidade.
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A FARSA DA INDEPENDENCIA




        No Brasil a história marca sempre um retrocesso. Talvez por ser ufanosa, os historiadores falseiam a verdade e escondem fatos para proteção das nossas mazelas. Refiro-me, com propriedade à comemoração da data do sete de setembro como se fosse verdade que a nossa independência tenha sido feita ou realizada nesse dia.
          Costumo dizer que não entendo como os historiadores não se revoltam e repõe a coisa nos trilhos e nos seus devidos lugares para o esclarecimento da verdade.
        Imaginemos um sujeito que governava o Brasil que tinha ido ali, na calada da madrugada, no quase anonimato para  “descarregar” suas gônadas” lá pelos lados de Santos, numa certa fazenda de café, aonde mantinha a teúda e manteúda, como se dizia antigamente, chamada Marquesa de Santos a quem tirava do pobre império para dar e conceder à dita, pelos favores sexuais concedidos regiamente, os prazeres do insaciável imperador dos brasileiros.
         No caminho para descarregar os intestinos apodrecidos com as comidas e os petiscos da tal da marquesa, ao que parece boa de carinhos e cama, mas horrível cozinheira.
          Prostrado a emporcalhar as margens do córrego do Ipiranga, simples filete de água poluída pela desinteira do monarca, acocorado, quando lá chega um sujeito chamado Bragança que era o leva e traz do correio, montado no seu burrico a entregar cartas vindas de Portugal, que a traída imperatriz resolveu enviar para conhecimento do traidor e infiel Pedro I, desafortunado pregador de cornos nas suas mulheres.
          A dor- de- barriga estragou o humor do imperador. As tripas doloridas e a cara da cor de cera se deslembraram quando leu os conteúdos das missivas de Portugal. Levantou cambaleante e deu aquele brado de mentirinha montado nos seus jumentos e burricos, pois, não existiam cavalos, salvo no quadro ufanista do pintor que quis engrandecer a cena. Ufanismo puro desmerecido e mentiroso.
          Aí vem mais uma mentira, pois o SETE DE SETEMBRO não foi o que nos contaram quando meninos. Existe uma data decente que o sul maravilha nos roubou e que é a verdadeira data da independência do Brasil, esta, sim, que deveria ser comemorada que é o 2 DE JULHO DE 1823 quando as tropas da Bahia viram desaparecer no mar da Bahia, em direção a Portugal definitivamente e com rendição assinada, o general Madeira de Melo.

BABILÔNIA E A CONSTATAÇÃO DA HISTÓRIA.


          Quem abrir a bíblia e se dispor a lê-la com olhar atento e sem preconceitos, será capaz de descobrir que a destruição da magnífica Babilônia foi decidida muitos anos antes, por decreto imutável do Senhor. O relato encontra-se na profecia do grande profeta Isaías que viveu cerca de oitocentos anos antes de Jesus cristo. Na sua profecia que é encontrada no capítulo 13 versículos de 1 ao 22 do Livro de Isaías, é cheio de pungente e dolorida revelação.
         Babilônia, em termos comparativos, segundo os historiadores, se assemelhava a atual Nova Iorque com toda a sua riqueza acumulada, dominando e reinando sobre todos os povos da antiguidade. A profecia estabelecia, nesses termos, a saber: “Nunca mais será habitada, nem reedificada de geração em geração; nem o árabe armará  ali a sua tenda, nem tão pouco os pastores ali farão deitar os seus rebanhos”.
        Em 1942 um estudioso da bíblia e teólogo da Torre de Vigia da America do Norte, resolveu estudar a integridade da profecia e viajou para o Iraque, sendo seu desejo constatar o seu cumprimento real. Em lá chegando, organizou uma pequena comitiva de carregadores árabes, de barracas e petrechos, e rumou para as ruínas da antiga Babilônia ou o que dela restou.
          À medida que se aproximavam das antigas ruínas, sentiu uma inquietação entre os carregadores e pode ver que se cochichavam entre si,  insistentemente, até que veio a hora de acamparem nas imediações, antes do sol poente, arreando barracas e petrechos, tendo sentido que havia aumentado  o desconforto irrevelado dos carregadores, todos árabes.
       De longe, lá no acampamento avistavam as ruínas brancas dos antigos palácios e ruas, os adobes e tijolos tisnados pelos sois daquela parte, quando se viu curioso e chamou o chefe da comitiva de carregadores, indagando-lhe o porquê daquele reboliço entre os seus companheiros, tendo ouvido a resposta de que eles não pernoitavam por aquelas bandas, mas que não sabia explicar os motivos. Prometeu o teólogo pagar o preço dobrado, obtendo a promessa do chefe dos carregadores que ficariam e entrariam na manhã seguinte, nas ruínas babilônicas.
          Só após, estafados foram todos dormir. Na manhã seguinte, não havia um só homem dentre os carregadores árabes. Durante a noite, e, para não constranger o contratante dos seus serviços desapareceram na madrugada e sequer voltaram para reclamar qualquer pagamento. O explorador e estudiosos se viu sozinho na ermidão do deserto.
          A profecia foi  então totalmente entendida pelo estudioso no que diz respeito ao “árabe não armar ali a sua tenda nem pernoitar”, conforme expresso no versículo 20 transcrito. Os árabes simplesmente e certamente conhecem o seu significado.
          Quem não se recorda do presidente Sadham Hussen do Iraque? Poucos ou quase ninguém sabe que ele estava reconstruindo Babilônia num projeto secreto, vindo a ser conhecido e revelado com a invasão pelos norte americanos. Seu final foi desastroso para ele e seus familiares, portanto do conhecimento geral.
         Em todas as passagens bíblicas em que a punição foi a destruição total, a exemplo da antiga cidade de Jericó, sabe que a proibição de reconstruir cidades destruídas pelo Senhor tinha de ser cumprida. Salvo, se não tivesse a proibição de sua reconstrução. Sobre a cidade de Jericó teve um cidadão que pretendeu e até intentou reconstruí-la sendo que o seu final foi o mesmo de Sadham Hussen. A morte. Inclusive dos seus familiares.
          Antes de desmentir a bíblia, você precisa estudá-la com muita atenção.
          Pense nisso.

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BRINCADEIRAS E BRINQUEDOS DO MEU TEMPO


          Fico invocado, como se dizia antigamente, quando vejo crianças batendo pés nos shoppings espalhados pelas cidades, exigindo esse ou aquele brinquedo.
         Recordo-me dos meus brinquedos em Itiúba da minha infância. Saia fugitivo e sorrateiramente a catar maços vazios de cigarros como o Astoria, o continental, o Asa Branca, o Hollywood e outros.Recebia quem chegava primeiro a pedir.
          Os negociantes não nos negavam. O Bar do Carlos Pires era o preferido. Normalmente eram encontrados na lixeira que ficava nos fundos do bar, apanhávamos e levávamos para casa ande dobrávamos cuidadosamente para servir como mercadoria de troca nos jogos que eram inventados.
          Outra brincadeira saudável era o pião. Quando tínhamos dinheiro, comprávamos na venda (armazém), do senhor Valdo Pitanga, os chamados peões torneados, ou seja, de fábrica, afinal sendo um verdadeiro luxo, porém para poucos. Quem não podia comprar, se satisfazia mesmo era com os peões “carrapetas”, feitos a facão, e, de umburana- de -cheiro que era menos resistente.
        Os indefectíveis fura-pés eram feitos de pedaços de arames que jogávamos a enfiar na terra a partir de dois triângulos cuidadosamente cercados até não deixar lugar para que pudesse passar uma linha que era traçada pelos adversários.
        Os meninos do meu tempo não eram doentes nem revoltados. Brinquedos de fábrica eram raros e de poucos. Como era gostosa a nossa infância!
        O namoro era caso à parte. Apenas  singelos bilhetinhos, mas  sem toques, sem abraços e sem afagos.
        Como era gostosa a minha infância!
         E saudosa!

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A PROSTITUTA E O BANHO DE FEZES


          Essa história é dividida em dois atos, sendo de todos os idosos de Itiúba conhecida, pelo menos, os mais antigos. Se passou na cidade de Itiúba semiárido baiano e serve como libelo acusatório à impiedade e a maldade das pessoas, devendo ser vista como aviso aos incrédulos e aos que não acreditam na justiça superior.
          Numa casa que ficava situada no pasto da fazenda do senhor Valadares, imediações da cidade, rico comerciante hospedou uma prostituta em casa recanteada e secreta, em troca de favores sexuais. Era uma bela mulher. Chamemos o homem pelas inicias V. P. E a esposa ciumenta e irascível, D.
        Comerciante casado foi descoberto o ninho de amor. A esposa chamou um jagunço da cidade que lá existiram muitos e, sob pagamento, para que desse uma surra na mulher e em seguida lhe aplicasse um banho de fezes humanas.
         Dia aprazado o jagunço compareceu na calada da madrugada à casa da pobre mulher, conseguindo, sob artifícios, adentrar a intimidade da humilde casa. Primeiro, aplicou-lhe uma surra desumana sob todos os aspectos e, em seguida, derramou sobre a cabeça da desafortunada alguns recipientes que tinha preparado adredemente, de fezes humanas, apanhadas numa cloaca imunda das imediações, líquido nauseabundo e pegajoso, deixando em seguida a casa da pobre e desafortunada mulher.
         Justiça não se lhe fez. Era uma pobre brasileira órfã da justiça dos homens. Acobertou-se o crime nauseabundo e hediondo. A mulher retirou-se para Salvador nunca mais tendo retornado à cidade da sua infelicidade que a conspurcara de vergonhas.
         Segundo ato. Algum tempo depois, o jagunço enlouqueceu na mesma cidade. Ninguém nunca soube ou o viu tomar um banho de água. Porém, não resistia a espojar-se sobre fezes humanas onde quer que as encontrasse, sujando-se da cabeça aos pés, morrendo nessa condição de louco sob a mais infame a abjeta miséria humana, fatos assistidos e testemunhados pelas pessoas da cidade.
          Parentes da desafortunada mulher que chegavam do Salvador, apenas informavam que na capital “o sapo estava sendo costurado a boca ,e, o troco do malvado homem estava sendo providenciado”. Acredita-se que fizeram bruxarias para o jagunço.
          A mulher, lá em Salvador, terminou por casar dando luz a uma menina que se tornou uma das mulheres mais belas que, por ironia da vida, veio a casar-se com um cidadão de Itiúba. Era de uma beleza estonteante que refletia o que a sua mãe houvera sido. Não dou o nome para preservar imagens.
          Antes de dar um banho de fezes no próximo, melhor seria olharmos para dentro de nós mesmos. Abaixo do céu e acima da terra, certamente existem coisas que a nossa vã filosofia é incapaz de explicar.
        Nem tudo que pensamos, sabemos!

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