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Este blog tem como objetivo discutir História, postar artigos, discutir assuntos da atualidade, falar do que ninguém quer ouvir. Então sintam-se a vontade para perguntar, comentar, questionar alguma informação. Este é um espaço livre para quem gosta de fazer História.

quinta-feira, 26 de maio de 2016

O HOMEM DA PEDERNEIRA.

                                    

         Não me recordo exatamente o ano. Acho que foi lá pelo ano de 1960. Sei que já se esfumou no tempo e no espaço. Era eu um garoto tomando conta da “venda”, assim era chamado o armazém de secos e molhados dos meus pais, lá nos sertões da Bahia, numa cidade chamada Itiúba.
        De repente entra no estabelecimento um homem de meia idade, vestindo uma capa colonial, chape de feltro e botas caipiras. Aproximou-se e pediu uma jurubeba leão do norte. Servi-o enquanto ele sorveu-a com sofreguidão e sede. Pagou. Parou e retirou do bolso um charuto e um instrumento rudimentar acondicionado num pequeno pedaço de chifre de animal.
        Lembro-me de que tinha no fundo do instrumento um algodão amarelo e encardido, chamuscado e bastante usado. Aquele homem apanhou no mesmo bolso dois pedaços de seixos rolados e começo a bater um no outro poucas vezes. Tinha ele muita prática, e, assim, de repente, a faísca inflamou o chumaço pequeno de algodão. Ele soprou rapidamente e fez-se fogo. Acendeu o charuto. Pagou a bebida, agradeceu-me, despediu-se e desapareceu na bruma do meu tempo.
          Jamais o esqueci. Parecia saído da idade da pedra lascada. Bizarro, aquele senhor deixou-me a impressão de estar vivendo dentro de um mundo seu, o qual se apegara e não conseguia emergir. Podia pedir-me uma caixa de fósforos, acender seu charuto e devolver-me, ou simplesmente podia comprar uma. Não o fez. O homem da pedra lascada, ou polida, ou nas trevas do seu tempo particularizado deixou-me uma déia do quanto  o homem pode adaptar-se e permanecer independente da sociedade e do progresso da ciencia.
        Nunca mais o vi. Era um forasteiro. Ou uma mera ficção da vida!!!

        Assombração, não foi!

quarta-feira, 20 de abril de 2016

KRONOS versus THANATOS

             Já foi dito que o homem pode tudo. Já foi cantado e decantado o poder que o homem pensa ser e ter. Já foi dito que o homem pode vencer tudo.
             Não pode! 
             Apenas e tão apenas somos estuários de situações pré existentes ao homem. Não se pode dominar nem exercer nenhum poder sobre aquilo que não fabricamos consequentemente não se tira poder de onde não fora dado.
             Quando o homem, enquanto ser, se debruça sobre a existência e tudo quanto dela advém, sobra-nos um entendimento no sentido da nossa total e abissal incapacidade de gerir seus efeitos, prever ou até mesmo suportar. Vamos aqui e agora nos referir ao que os gregos na sua sabiedade e perquirição sobre o “desconhecido” legaram ao mundo através da filosofia, da inquirição, dos questionamentos, da razão e da profundidade levando-os ao reconhecimento das limitações do homem. 
              Queremos fazer referencia ao deus “Kronos” que vem a ser o “deus do tempo” em que o homem se antecipa na sua incapacidade de prever o instante seguinte, não tem sobre ele o mínimo poder, se distancia na sua incapacidade de antever e prever fatos e acontecimentos. Quando ele menos nota esse inexorável lapso, já se distanciou. O ontem é apenas um passado esvaido, enquanto o desvendar do amanhã é uma conjectura jamais alcançada compreendida ou até mesmo percebida.
               Kronos é o tempo, seus complexos e suas exatidões, embora o homem permaneça extático e imbuído de poderes que pensa tê-los, porém, absolutamente inservíveis para entrar na sua soberania sobre os mortais. A cronologia que é nada mais nada menos que a idade medida e estudada, passa a ser para o “ser” o que virá e nunca o pretérito.
               Do outro lado no mesmo Panteon dos deuses gregos tão fartamente criados e exaltados por eles, desponta na sua magnífica mitologia, a maior delas sendo, possivelmente, aquela a quem mais se devotavam que era o reconhecimento de “Thanatos” personificação da propria inexorabilidade da morte. Dedicando seus mais aprofundados questionamentos sobre o fenômeno morte, os gregos legaram ao mundo idéias que pensavam aprofundadas, com suas consequencias descrevendo formas e modos de morrer, mas ao mesmo tempo dedicando total e obsequioso desprezo sobre ela, uma vez que reconheciam sua inexorabilidade e sua exequibilidade.
                Os gregos dessa forma se esteavam na inexequibilidade mortal para, até certo ponto, criar nas suas mentes, tanto idéias quanto conceitos, chegando ao desprezo e pouco apreço pela propria vida.
                 Reconheciam desse modo o que eles mesmos chamavam de “Methanóia” que vem a ser a incapacidade de qualquer arrependimento, imbuídos de outro verbo que ao mesmo tempo é adjetivo “Methanuel”. Assim, o arrependimento para os gregos soava como uma incapacidade de voltar atrás mas reconhecer, assim como as idéias do “demiurgo” a não repetição dos fatos ocorridos, não permitindo nem admitindo nenhum mudança em que o ápice das suas concepções no reconhecimento de que o “homem não pode mudar as coisas”.
               Não foi à toa o nascimento e surgimento das mais variadas correntes de pensadores, a despeito dos “estoicos” que pregavam e ensinavam o desprendimento e a capacidade do homem suportar as dores e os reveses da vida. Nas cidades-estados, em especial Atenas e Esparta, a criança aprendia desde a infância o ônus das dores e aflições morais, físicas e espirituais, uma vez que eram entregues ao Estado, aprendendo e sendo disciplinados a suportar dores e a morte sem reclamar, ao contrario de outras correntes como a dos “Cínicos” encabeçada por Epicuro que ensinava que se devia “comer e beber, uma vez que amanha morreremos”.
              Oxalá pudéssemos beber, ainda que, de vez em quando, alguns desses conceitos. Mas que eles estão aí não se discute. 
              Seja como for, tanto a morte que é Thanatos, quanto o tempo que é Kronos aí estão no nosso dia, desafiando os homens a mudá-los ou a influenciar sobre qualquer deles.            
              Não pode!

segunda-feira, 18 de abril de 2016

BRASIL EM EBULIÇÃO

                                   

        Ontem dia 17 de abril do ano de dois mil e dezesseis, o Brasil assistiu a mais um espetáculo altamente depravado, ensejado pelos políticos da Câmara de Deputados Federais.
         Atravessa o Brasil historicamente uma das suas piores quadras da vida como se Brasília, a sede governamental e administrativa deste país fosse uma vestal ilha carregada de sonhos distanciados da sua população empobrecida e ignorante que vive nas cidades e grotões desafiando homens que não aparecem e que possam não apenas ostentar o título de “estadistas” em vez de “oportunistas”, para retirar as populações desse antro de penúrias e sofrimentos atrozes.
          Reunidos com o intuito de aprovar um relatorio em que pedem o “Impeachment” da presidente da república, as manifestações do povo sofrido aparentemente foram notadas e sentidas, enquanto uma turba absolutamente ignara e incipiente nos princípios políticos e nas leis regenciais do país se debruça entre o fanatismo louco e a imbecilizada ação de grupos, dos que se denominam “mortadelas” versus “coxinhas”, permitindo o paroxismo e o alardear de fulgurantes trajetórias que não chegam a alcançar o povo letrado.
        Inegavel que mentes mais arejadas e distanciadas do redemoinho e dos reboliços do Planalto, conseguem, até mesmo com certa facilidade, estabelecer parâmetros e medidas, distanciadas dos reais interesses e das jogadas que são feitas, tendo sempre como pano de fundo e destinatário as turbas nervosas sempre do lado de fora dos ambientes e dos recintos pouco iluminados aonde os destino da nação são traçados, e, repartidos como butim, assim distribuídos entre os “ratos do poder”.
          A insipiencia do povo brasileiro em materia política, o distanciamento das questões mais prementes, mas que refletem diretamente nas vidas de cada cidadão, não parecem ser notadas nem sentidas diante de festas promovidas, de campos de futebol os mais suntuosos e extravagantes, o analfabetismo e a ausencia de leitura dos cidadãos  a não apropriação dos conceitos do que seja cidadão, tampouco cidadania, muito menos os direitos mais básicos de uma sociedade.
          Não que qualquer cidadão da mais mediana capacidade não tenha sentido que o Brasil atravessa na incompetência da sua presidenta, uma demonstração mais que cabal da sua total insipiência e absoluta ausencia de um norte, na crônica incapacidade de gerir a coisa púbica, antipatizada e rejeitada pelas turbas muito mais representadas em poucas pessoas, ainda capazes de auscultar os anseios do Brasil e compreender suas mazelas.
        Bom seria que todo aquele espetáculo midiático fosse só um pesadelo passageiro com aquele das noites indormidas e sofridas, mas, como todo carnaval, o Brasil, acordará na manhã de quarta feira de cinzas, cabeça inchada, ventre doendo e ressaca terrível.

         “Qvo vadis”?Pobre e isolado Brasil!!!

quinta-feira, 7 de abril de 2016

BRASIL – um país desnorteado.

               Seguramente o Brasil não é, nessa quadra da vida, um dos melhores para se viver. Mergulhado numa crise incalculável e de proporções desconhecidas e não mensuradas na sua verdadeira extensão, o Brasil se debate entre crises terríveis incapacitando-o para a desmoralização mundial, transpostas as fronteiras da legalidade e alcançando as raias do absurdo e da ausência total de parâmetros aceitáveis e decentes, quando seus homens públicos derrocam a ética em meio a vendavais extensos e infindáveis de conspiração para a sua destruição.
               Não seria capaz ao menos de estabelecer a extensão da crise por que passamos, embora brasileiros tentem explicar o funcionamento das instituições, aparentemente intocáveis e não alcançadas.
               Francamente não é o que se vislumbra quando os Três Poderes Republicanos se engalfinham em disputas açambarcando os poderes invadindo competências e as esferas uns dos outros numa inversão de significados. A atuação da Suprema Corte de Justiça o Brasil, inominável e lamentavelmente se apartidarizou vergonhosamente buscando e intrometendose sem pudores, via ministros isolados ou em conluio direcionado para atingir membros de outros poderes a despeito do senhor presidente da Câmara de Deputado senhor Eduardo Cunha apontado como beneficiário de corrupções e com contas fora do país. 
                 De outro lado as suspeitas de abafamento de uma atuação do senhor juiz Sergio Moro através da Lava-Jato parece ter descoberto a pólvora e estabelecido o parâmetro para apurar as corrupções dos que procuram abafá- la e até apagá-la, exatamente aquela que ainda, por incrível que pareça, se apresenta como exemplo de honradez e esperança para milhões de brasileiros que ainda acreditam na justiça ou o que, dos seus farrapos ainda resta.
                 O senhor presidente do senado mergulhado em denuncias as mais serias aponta Renan Calheiros como um dos mais corruptos do panorama nacional. 
                 Precisamos crer e esperar mais um pouco enquanto a panela não explode lançando no ar da perigosidade sonhos e aspirações acaso desdenhados. Mudanças.

terça-feira, 22 de março de 2016

UM PAÍS EM SANGRAMENTO LENTO

   Os brasileiros de mediano entendimento, sofrem no acompanhamento da agonia lenta do país. Dominado por um partido político dito de esquerda, não refletiu os anseios das populações, nem conseguiu se libertar dos parâmetros de outros governos, antes duramente criticados, avançando para um liberalismo em que o capital se agiganta em concentração jamais vista nas mãos de poucos empresários, enquanto o grosso populacional míngua no desemprego e na ausência de perspectivas desesperadoras. 
        O Brasil experimenta nessa sua atual quadra de existência, uma das maiores farsas com aparência governamental, assim considerado pelas massas, nas ruas, que pedem inexoravelmente a renúncia de uma presidente que se arvora em ser a” mãe de todos” esbaldando, de afogadilho, soluções que fenecem dia a dia. 
          Na dança de cadeiras, põe ministros, retira ministros, negocia cargos, compra consciências, enquanto tenta, no desespero de uma rejeição governamental de 69% das populações, ressuscitar do seu obituário, usando o gigantesco, porém insustentável e pouco ineficaz aparato, diante do repúdio das massas ao seu nome e ao seu governo.
          A senhora Dilma que sofre ataques e acusações de má administração e de incompetência gerencial, se arvora e se agarra, desesperadamente nas massas pobres, quer entregando casas do seu, ao que parece único programa que é o “Minha Casa, minha vida”, pobre e simples função burocrática, deslustrosa para uma presidente, incapaz de auto criticar-se, mas não sabe delegar a um ministro ou até mesmo um secretário subalterno preferindo ela mesma, a função de entregadora de chaves das pequenas casas. 
            Chamada pelos desafetos de “fantasma”, “demente” e outros adjetivos da criação popular, é atacada e vista como a inimiga pública nº 1. Parece que ao pinçar soluções empurradas pelos seus companheiros de governo e de partido, se rejeita e se afunda cada vez mais, e se credencia ao lixo da história, uma vez que não é capaz de debelar a formidanda rejeição ao seu nome, criando neologismos apropriados e epítetos que a desmascaram enquanto o país perigosamente se vestiu de um manto de ira e de agravo.
              Enquanto o tormento toma conta de todo um país perplexo e parado, a sangria econômica se agiganta, o desemprego campeia, o mundo se volta com estupefação para dentro de nós, a fome e sede de poderes e o egoísmo, a prepotência e a arrogância, parecem se fortalecer cada vez mais, naqueles que deveriam, num rasgo de estadistas, o que falta aos brasileiros atualmente, se desgarrar dos seus projetos pessoais de poder, cedendo, destarte, ao outro, a condução dessa nau perigosamente singrando mares encapelados. 
         E ela apropriada dos palácios suntuosos, sustentados pelos sofridos brasileiros, continua sustentada sua megalomania por nós, calmamente e placidamente a pedalar suas bicicletas importadas, a levantar vôos indefinidos para alcançar o nada, visitando parentes e amigos, gastando querosene de aviação, dinheiro público, infernizando com seu parasitismo crônico a vida dos brasileiros quase enlouquecidos, e, a beira de um verdadeiro ataque de nervos diante de tanta insensibilidade e arrogância da senhora Dilma, deixando as oportunidades se esvaírem sem soluções, por ela, repudiadas golpistas, contra a nação.
             Até quando suportará o povo tanta desdita?

quinta-feira, 10 de março de 2016

O VELHO ‘AMERICANO’

 Conheci-o na minha adolescência. Era um negro retinto e sem sobrancelhas, costumava apontá-las dizendo que era um africano, não brasileiro, muito educado e cortês, parecia ser letrado e informado, pronunciava umas poucas palavras que na época pensávamos fosse inglês, vivia sempre maltrapilho, sujo e malcheiroso a andar lentamente, cabeça baixa, um saco às costas ou um” boca pio” pendurado entre os dedos e se fazia acompanhar da sua companheira de nome Celina a quem parecia devotar grande amor e camaradagem, sempre reclamando das pessoas que davam cachaça para ela aumentando a sua desdita. Dona Celina viva sempre embriagada. De andar vacilante, ostentava marcas de cicatrizes muito feias e profundas como se tivessem sido feitas à faca. Dizia ser paraibana. Cambaleante costumava pedir esmolas estendendo mãos pequenas à caridade pública. O velho Americano não pedia. Mas não recusava quem as dava. Moravam em algum moquifo lá para as bandas da Camandaroba. Pareciam-me ser mais uns andarilhos. Não sabemos! O velho a que chamávamos de “Americano” era carregado no sotaque que parecia de uma pessoa letrada, e, de Salvador, acentuadamente chiado e pronunciado. Como passaram e desapareceram os trens da minha mocidade cortando os sertões, assim também desapareceram na voragem e na imensidão do tempo-mundo. Nunca mais os vimos. Esquecidos ou mortos em algum lugar deste mundão de Deus, o velho “Americano” e sua companheira devem ser hoje tão apenas poeira cósmica.

AYAHUASCA – O CHÁ DA MORTE (SANTO DAIME)

                    
        No Brasil o povo do norte composto de mateiros e descendentes de indígenas convencionou fundar uma pseudo religiosidade, e chamá-lo e apelidá-lo de SANTO DAIME. Bastante sugestivo, ele é feito de uma composição de vegetais altamente tóxicos para o organismo capaz de retirar as pessoas do seu estado natural, vazar as defesas orgânicas e diminuir as resistências naturais.
       Sua prática segundo a história remonta aos índios dos Andes e região que costumava, assim como ainda hoje, mastigá-lo para enfrentar as dificuldades do tempo e da natureza. Volta e meia ceifa uma vida como a que se noticia de um parente de certo figurão recentemente morto no Brasil, que, sob os efeitos maléficos dessa infâmia apregoada como religião continua e continuará a destruir almas e espíritos enquanto não for tolhida e proibida com penas severas a sua prática e difusão no meio da sociedade.
        No Brasil travestido de religião e assim apelidado, oportunizou a que muitos pela facilidade e pela liberdade religiosa do Brasil, considerá-lo como uma religião. As pessoas entram em transe, os batimentos cardíacos aceleram, o organismo desidrata e os efeitos alucinógenos avançam sobre a psique dos seus usuários com efeitos devastadores.
        Costumam se encontrar em brenhas selvaticas onde se homiziam, cantam pseudos louvores  e se entregam na freneticidade dos seus corpos e mentes viciadas às práticas de entoar mantras repetitivos e sugestivos vestidos de branco, homens e mulheres, ritualizando e devotando verdadeira adoração aos elementos da sua composição. Uma folha e um cipó macerados e adicionados, fervidos e bebidos ritualisticamente.
       Criminosamente e incompreensivelmente aprovado pelos órgãos federativos, O SANTO DAIME assim chamado e venerado pelos viciados, se revigora nos defensores, cresce sua infeliz prática ensinada e pregoada, que conseguem o divino, e se espalham pelas grandes cidades. SE CONSTITUE NUMA DROGA TERRÍVEL NOS SEUS EFEITOS – tudo às vistas complacentes da ANVISA esse órgão quase inútil de efeitos e pouca serventia para os necessitados, a exemplo de remédio de eficácia comprovada pelos seus usuários cancerosos, a escopolamina.
        ANVISA que se nega e obstacula remédios comprovados pelas populações, que condena e persegue, prendendo e mandando prender quaisquer que vá de encontro as suas absurdas prescrições, mas que permite e libera viciados se suicidando sob as vistas complacentes e abertas da república, abrindo, inclusive, templos para a sua prática, bastando dizer que já se apurou que, só na cidade do Rio de Janeiro já existem mais de trinta (30) templos.
         Porque não defender o uso da maconha com templos e reuniões? Por que então não permitir que religiões cultuem seus deuses, - a cocaína? Por que não permitir a igreja do Crak aberta e livremente?Sim, é tão nociva quanto o descuidado e permitido santo daime.

       Sem aqui querer falar nas Escrituras Sagradas, será preciso registrar que ao ser oferecido ao Senhor Jesus durante a agonia lenta da cruz vinagre embebido em algodão para minorar sua dor e sofrimento, Este o recusou, não se entendendo como pessoas confundam santidade com absorção total dos sentidos e privação total da consciência!!!