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Este blog tem como objetivo discutir História, postar artigos, discutir assuntos da atualidade, falar do que ninguém quer ouvir. Então sintam-se a vontade para perguntar, comentar, questionar alguma informação. Este é um espaço livre para quem gosta de fazer História.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

PAPA E MISERABILIDADE.

                                    
        Esta semana o Papa esta a fazer turismo político misturado com religião por Cuba e Estados Unidos da América.
        Em Cuba já bafejada pelo comunismo de fancaria e artificial dos irmãos castro, o papa rezou costumeiras missas buscando renovar seu poder sobre os cubanos. Sedentos, a liberdade dos cubanos parece inebriar de ignorância o catolicismo, proibidos e expulsos seus embatinados depois da Revolução vitoriosa, eis que os padres só rezavam missas em havana para os ricos enquanto as populações das zonas rurais ficavam desassistidas e abandonadas, sem conforto, mesmo católicas, contra a corrupção dos religiosos católicos que comandava a política e a Ilha, tendo a frente cardeais e Fulgêncio Batista, pois é sabido que o catolicismo serve aos poderosos sem lhes ver os crimes, contanto que roubem dinheiro para sustentar a igreja da ociosidade e do paganismo.
        Afinal padres e freiras são sustentados pelas populações católicas.
         Da Ilha o Papa viajou para os EUA para atender especificamente ao atraso e a cegueira espiritual dos espanhóis e mexicanos que já formam uma massa magnífica de mais de cem milhões acolhidos e levados para lá, com sua religião de cegos e desavisados desconhecedores do Cristo verdadeiro.
       É sabido que graças aos EUA o mundo experimentou o Evangelho através de milhares de missionários que se projetaram nos lugares mais afastados para pregar e ensinar a Salvação e a leitura da Bíblia. Lamentavelmente hoje os EUA afundaram num cristianismo a moda do catolicismo de cegos e desconhecedores da Palavra de Deus.
          O catolicismo conhece tanto a bíblia, quanto um macaco, a leitura.
         É triste constatar que os Norte Americanos hoje ouvem o Evangelho de pastores de outras nacionalidades, tamanho o grau de ausência de espiritualidade e desinteresse pelos evangelhos dos americanos, sendo sabido que ali praticamente o Evangelho deixou de ser pregado e ensinado, reinando este triste e lamentável estado de coisas em que o catolicismo cresce a cada dia, em especial na medida em que espanhóis, mexicanos e latinos americanos invadem os Estados Unidos da América. Lamentável.
       O que desejamos aqui enfatizar é o estado de miséria, pobreza e degradação que Cuba e estados Unidos experimentarão depois da visita da besta. Assim tem sido por todos os lugares aonde o Papa vai logo ele que é identificado na Bíblia, no Livro do Apocalipse como a BESTA E O ANTICRISTO.
         O papa sabe que fora da Itália e da Europa o catolicismo ainda encontra muitos desavisados que não atentam para a ausência de piedade e do paganismo que é o catolicismo, uma religião de líderes devassos de padres, freiras e cardeais pederastas e pedófilos. Só nos EUA a igreja católica já foi obrigada a pagar e indenizar as vítimas dos padres, e cardeais, e freiras pedófilos  depravados moralmente.
       Assumidamente uma igreja de depravados, de lésbicas e de sodomitas infames, a igreja católica se notabilizou no mundo todo pelas suas práticas terríveis e pela infelicitarão de pessoas que caíram nas suas garras.

         Não é à toa que lideres incluindo senadores e deputados querem barrar que o Papa fale no Congresso, numa mistura de política e religião, numa salada bem apropriada a essa coisa odienta e corrupta chamada CATOLICISMO ROMANO.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

PERIGOS DE UM ADVOGADO.

                            
        Década dos anos 1980. Fui contratado para liberar um cidadão em Aracaju viajei em carro particular, com familiares do preso e motorista. Dia seguinte, em lá chegando, dirigi-me à Superintendência da Polícia de Sergipe. No centro da cidade de Aracaju, o nosso carro bateu na lanterna de um carro preto chapa oficial 003 do Governador do Estado, o então João Alves, porém desocupado, provocando uma pequena mossa de menos de 10 centímetros de tamanho, coisa insignificante.
        Eu de terno e gravata quis descer para acertar as coisas. Não o pude pelo que fui contido pelo motorista, pedindo-me, logo após, para desembarcar, em rápidas palavras, confessando-me que não podia ser preso. Fi-lo imediatamente. Pasta à mão, terno impecável quadriculado, entrei num estabelecimento que me pareceu um bar, enquanto uma perseguição terrível se desencadeou com lanços absolutamente cinematográficos, em que carros entravam na mão e contramão, davam cavalos de pau numa ferocidade, enquanto eu rapidamente me dirigi à superintendência.
         Em lá chegando todos os policiais com os armamentos mais sofisticados como metralhadoras, fuzis e outros, saiam declarando que o governado tinha sofrido um atentado no centro da cidade.
        Dando risadas compartilhei para um colega, então professor da universidade de Aracaju, na superintendência para resolver caso seu, a mentira e o puxa saquismo da humanidade, uma vez que o governador não estava no carro nem era transportado pelo carro abalroado inadvertidamente, e, sem intenção, pelo meu motorista.
        À tarde tive de viajar para uma das principais cidades do interior para ver o processo do meu cliente, e, da janela do ônibus, nas barreiras de policiais que paravam e revistavam todos os carros, podia sentir a estupidez do modo como fazem na nossa terra quando o dinheiro é público e gasto por eles, os mandões.
         
Em algumas barreiras eu acenava para alguns poucos policiais que eu já os conhecia, enquanto, ficava impressionado com a desfaçatez daquela gente, gastando horrores por uma pequena e insignificante mossa que podia ser desamassada em menos de quinze minutos de lanternagem,não obstante aqueles rebotalhos e capachos serviçais  declarassem  em alto e bom tom “que o seu governador havia sofrido um atentado”.
        A perseguição demorou o dia todo. Recebemos, lá pela tardinha, um telefonema do nosso motorista que se escondera numa pequena oficina e consertara o Voyage avariado na perseguição espetacularmente empreendida na fuga rocambolesca. Saímos da cidade na madrugada sendo perseguidos por viaturas da Polícia Rodoviária Federal até as imediações dos limites com a Bahia.
         Só aí vim, saber, que o nosso motorista era um bandido altamente perigoso e procurado na Bahia e no nordeste, por vários crimes, os mais variados, de sorte que, nas suas palavras não podia ser pego.
        Soube, anos mais tarde, que o motorista usava nome falso de um policial que ele matara e assumira sua identidade. Depois, naturalmente, que os familiares me confessarem que fora assassinado num hotel de beira de estrada, retalhado em pedacinhos e sepultado em cova rasa, cavada com as mãos, por um dos seus irmãos, também, facínora, igualmente morto, mais tarde, pela policia de Santo Antonio de Jesus, a tiros de escopeta.

        Os caminhos de um advogado criminalista, muitas das vezes são confundidos, inadvertidamente e sem aviso por aproveitadores que se aproveitam de situações. Nunca mais viajei com o rapaz, pois achei uma falta de consideração não ter sido avisado da “companhia”. Sempre me perguntei: e se a polícia tivesse parado aquele carro ou balas tivessem nos acertado? Ou ainda, se eu tivesse sido preso pelos policiais? Decepções e vergonha até explicar as coisas.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

OCIOSO JURAMENTADO.

                                           
         Pois é. Nunca vi tanta propaganda, nem vi, nem ouvi falar de tantos cuidados com os pobres velhinhos que se vão pelo caminho da existência como se não estivessem a se despedir do mundo e dos seus atrativos.
        Quando chego ao hospital Português, lá encontro um monte de rapazes e moças médicos, risonhos, felizes e agradáveis a falar-me sobre as coisas belas dos exercícios. Os médicos e médicas são jovens nas suas plenitudes. Acho que os “sacaninhas” estão fazendo mesmo é pura gozação com este ancião de dias que eu já sou. Não sou daqueles velhinhos tolos, Nem quero ser apenas mais um velhinho, conforme já escrevi aqui, enganado com essa tolices e bobajadas de “Terceira idade”,pois a sociedade consumista não aceitável dos velhinhos, terminando por deixar  todos fissurados. Coitados! Pensam que se forem para as academias, para os bailes da Terceira e malfada idade, vão rejuvenescer.
         Pois, pois. Tolinhos velhinhos!!!!
        Os velhinhos, penso, são “abestados” como diz o Tiririca, gostam de se enganar conscientemente ou inconscientemente? Estão se matando e consumindo o pouco do que lhes resta de energias, nas academias. Enquanto os infelizes dos seus filhos, sobrinhos, e agregados vão embromando os velhinhos de que exercícios vão alongar as suas inúteis vidas. Coitados! Resultado: Você não pode transitar pelas ruas, praças e avenidas sem que seja atravancado por um desses velhinhos sacudindo pelancas e banhas, em caminhadas penosas, em exercícios desumanos, em esforços inúteis, tudo no desespero fabricado dos criminosos que teimam em ajudar e enriquecer os malditos empresários que criam máquinas de exercícios cobra fortunas em academias pagas, os que podem, os tais “personal training” e outras bobajadas, para os coitados que se pensam que, fazendo exercícios físicos, reconquistarão músculos e voltarão à juventude, numa pura enganação  dos pobrezinhos que vão aumentar suas banhas e pelancas , acrescentar, sequer um til nas nossas inúteis vidas. Longevidade.
         Esquece estúpido velhinho, meu Cara Pálida. Passou tua vez. rsrsrsrsrs
          Acho que eu sou o único “velhinho” estúpido e rebelde, desse infame mundo cão de ignorância e de embromação que não caiu nesse conto da “juventude eterna”. Mas, se você quiser chamar-me de ignorante, sinta-se à vontade nesse mundo a escarnecer e, até ironizar os companheiros que se negam, à travessia da vida, a despedir-se da vida e a ceder lugar aos que chegam, à renovação da vida e da existência, às despedidas inexoráveis da vida. Quem curtiu, curtiu. Quem não curtiu, tem de aceitar sua desdita. São uns “abestados”, conforme o “filósofo Tiririca”, os que pensam que podem prolongar um infame e pobre dia às suas existências. Todos fomos sementes juvenis que nasceram, crescemos, nos desenvolvemos, amadurecemos e, depois fatalmente descemos à vala comum dos mortais.
        Ou o Max é um imbecil juramentando, ou é um desses tolos que desprezam a idade avançada. O julgamento é seu. Mas de uma coisa temos de reconhecer como sempre disse, e, sempre digo aos meus jovens médicos, e, já quase amigos. Sou como a tartaruga e o elefante que jamais fizeram exercícios físicos, contudo, vivem além dos cem anos.
         Acaso alguém aí conhece algum atleta que viveu alem dos oitenta anos?          Minha grande inimiga é a filósofa Dianayara dos Santos Cirne, coincidentemente minha filha e blogueira, obrigando-me a sustentar com ela ferrenhas discussões, pois ela acha que eu devo viver além dos cem anos.
         “Mas ela “se esquece que com essa idade não posso mais nem alcançar a” bunda” para limpar os excrementos!

        Sorria, periferia. Você vai pra vala. rsrsrsrs

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

JUIZ SÉRGIO MORO

                                        
        Triste país e que os homens limpos são exceção. “A regra “infame é se tornar “esperto”,” saber dar nó em pingo d’água” escamotear a verdade e atacar aqueles que são colunas morais da nação.
        Já escrevi sobre o honrado JOAQUIM BARBOSA que teve de se aposentar antes do tempo, temendo os bandidos do poder e, até mesmo seus pares.
       Como se trata de exceções, não pense nem alimentemos qualquer esperança de melhores dias para o Judiciário, essa instituição tão desacreditada e tão venal nos seus julgamentos. Sérgio Moro é um meteorito que passa de mil em mil anos riscando os céus do Brasil despertando, por momentos e, levando aos corações ventos de esperança e de melhores dias que logo passam.
        Joaquim Barbosa, aquela grande cara que passou  pelo Supremo arejou-o e, com seu modo rústico ,mas verdadeiro, soube assentar em seus verdadeiros lugares os farsantes da composição e dos que se pensam arquipotentes a distribuir justiça que sempre foi negada ao povo, por estarem sempre ao lado dos poderosos e dos que lhe garantem posições e assalariaram os seus  componentes.

         Temo por ele, emas oro para que o Senhor o proteja contra as rapinas criminosas cujas honras se encontram no porão mais ínfimo da rebaixada moral brasileira.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

UM MENINO DOS SERTÕES

                                    
         Nesta manhã cinzenta e chuvosa de segunda feira, o peito bate cheio de saudades de uma infância que cada dia mais se afasta, e,  não mais volta. Lembro-me com profunda tristeza dos meus dias de menino em Itiúba, sertões da Bahia, deixando-me uma profunda angústia a atravessar a minha alma e a rebrotar os olhos com indisfarçáveis lágrimas.
        Alguém disse que recordar é viver. Não sei; tenho cá minhas dúvidas e, devo confessar minhas muitas tristezas também.
        Nesta manhã acordei pensando na Praça Nova de Itiúba. Lá estavam os Parques como eram conhecidos, que eram montados no meio da aludida praça cheia de barquinhos, barracas de tiro ao alvo, de doces e de outras atrações, sendo a mais esperada a roda gigante imponente a desafiar os curiosos que viam os telhados das casas em voltas rápidas, dos que podiam pagar, e, dos que se faziam acompanhar das namoradinhas, aproveitando para roubar tímidos e inocentes beijos, ao som dos alto falantes com os tangos e fados mais belos que os nossos ouvidos já escutaram.
          Vejo o circo chegando, o palhaço com suas enormes pernas-de-pau anunciando pelas ruas da cidade o espetáculo da noite, acompanhado da garotada com cruzes feitas de carvão e óleo na testa, sem direito a tomar banho, para, logo mais a noite, sem pagar, ir ver os palhaços desengonçados e as rumbeiras, as indefectíveis rumbeiras, que enfeitavam os sonhos juvenis e despertavam lascivos e pecaminosos pensamentos, a cada remexida dos quadris voluptuosos, bem como os seus indefectíveis dramalhões apresentados sempre em “Três Atos”, ao final do espetáculo.
          Vejo-me garoto e sem dinheiro, na tentativa de burlar a vigilância dos “mata cachorros”, desesperadamente me introduzindo por baixo da lona circense, sem pagar a entrada!
          Como me faz recordar meus sertões! Hoje vejo que nós tínhamos teatro com funções todos os finais de semana; cinemas com filmes fabulosos e brincadeiras que se contássemos nos chamariam de loucos.
        Sobretudo, vejo-me com lágrimas nos olhos e aquele terrível nó na garganta, sentindo uma grande opressão no peito, de como estou me distanciando rapidamente da minha infância que se foi.
        Quanto não daria para retornar uma noite que fosse aqueles tempos...

          É minha praia alva está rapidamente se aproximando...

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

É SÓ UMA LEI VELHA – A DO RETÔRNO

      

       O terrível êxodo que está acontecendo em direção principalmente a Europa via Itália, não pode ser mais nítido nem tão difícil de ser compreendido. Trata-se da vingança indireta dos povos do terceiro mundo, rumando em direção à sobrevivência.
       O mundo civilizado, ou assim dito, talvez esteja comodamente esquecido ou ainda, simplesmente se fazendo de esquecido, de que seu conforto e sua vida invejável, sua segurança, e sua materialidade, e seu enriquecimento, devidos à miséria desses povos não tenham sido em vão. A cobrança da fatura tarda, mas não falta.
          O terceiro mundo foi espoliado e explorado por séculos pela Europa que lançou sobre os países do terceiro mundo os seus tentáculos, afundou nações, derrubou governos, subornou povos, dirigentes e autoridades para a consecução do domínio dos naturais desses países, ajudando-os a subserviência, e, à desmoralização das suas forças, exaurindo, com mais eficiente e propriedade, as suas riquezas que foram conduzidas para a Europa que se jactanciava civilizada e capitalista, poderosa e invencível.
          O processo secular esgotou os recursos naturais, extraiu do solo e do subsolo as, exaurindo inapelavelmente recursos e empobrecendo as nações dominadas, transformadas em infelizes e meros satélites e proporcionadoras das riquezas.
        Nada se fez pelo bem estar das populações, antes suas riquezas foram exploradas e exauridas num processo de esgotamento de recursos que foram transplantados para a Europa civilizada, até que os processos de guerra, começando pela Primeira Grande Guerra culminaria com a Segunda Grande Guerra, de um modo ou de outro provocando, após exauridas as riquezas pela exploração desmedida e pelo enfraquecimento desses países, a total impossibilidade de recuperação de suas dignidades perdidas e desaparecidas.
          De um modo ou de outro, as nações jamais se deram contas da dívida impagável que contrairiam com o mundo, pelo que não podem agora como querem alguns, se escusarem e devolver os milhares de migrantes que desafiam, perigosamente, e, diariamente o Mediterrâneo em direção ao que julgam ser o lugar certo para baterem às portas em pedido de socorro.
        Não existe razão para os europeus agora se escusarem de receberem o resultado da sua especulação, após destruírem nacionalidades e exaurirem riquezas tais como, em escala ainda que menor, se verifica com o Brasil, por ora em menor escala, com a chegada de negros fugidos do Haiti, e que não devemos negar ajuda nem asilo, eis que escravizamos milhões deles arrancados que foram das suas terras e países, do continente africano especialmente sem contar outros que exploramos como árabes e seus afins, para servir aos nossos colonizadores comodamente encastelados nos poderes.

        A Europa deve agora pensar e repensar antes de negar aos infelizes que fogem dos seus governos cruéis e tirânicos, herança plantada nas colonizações do passado.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

DOAÇÃO DE ÓRGÃOS.

                             

        Por que não sou doador de órgãos? Por que nós Crentes não tocamos muito no assunto? Somos uns perversos a negar aos co- mortais o socorro de órgãos de pessoas que já se ultimaram ou estão se ultimando? É certo doar órgãos a terceiros? Por que não devo doar meus órgãos? Essas e outras questões vão ser discutidas aqui, dentro da maior seriedade, afugentando trevas ou jogando dúvidas sobre. Fato é que daremos nossa opinião seguida, certamente, por muitos.
         Em primeiro lugar, Deus nos fez a cada um individualmente. Somos compostos de sangue, carne, ossos, mente, alma e espírito, esta última no sentido de “pneuma”, diferente, portanto do “id” e do “ego”.
        Imaginando a criação atual beirando mais de sete bilhões de pessoa, e, considerando que Deus criou individualmente a cada uma dessas pessoas, somos forçados reconhecer que todos foram dotados das condições de “Imagem e semelhança do Senhor”, concluímos sabidamente que somos individualizados e dotados de atributos que foram dados para serem usados na conformidade do preceituado pelo Senhor. Como foi que a pessoa fez uso das suas faculdades e atributos?
          Somos forçados em reconhecer que a bíblia estabelece maldições até a terceira e quarta geração conforme Êxodo 20 e Deuteronômio 5. Alguém poderá lançar mão do Profeta Ezequiel para contraditar a maldição de geração, passando para geração seguinte. Fato é que em Ezequiel 11 verso 21 avisa quanto às abominações praticadas e esquecidas. Não devemos esquecer-nos de Cam, filho de Noé e do seu neto Canaã sofrendo a maldição por causa do seu pecado. Não iremos catar os exemplos para sustentar que a maldição passa, sim; de pai para filho, sendo este o entendimento da Palavra do Senhor Deus, negado apenas pelos que nada crêem ou nada observam.
        É muito romântico alguém doar os órgãos dos seus parentes. Primeiro existe o temor de que os órgãos sejam arrancados vivos da pessoa em agonia ou a pré-falada “morte cerebral”, cuja dubitabilidade existente entre os cientistas não encontra concordância em afirmar que a pessoa realmente já estava morta quando retirados os seus órgãos.
       Segundo é preciso notar que não existe como determinar que uma pessoa esteja realmente morta se ainda bate coração e outras funções vitais, caso contrario os órgãos seriam descartadas porque inservíveis para serem transplantados.
          Por que não devemos doar órgãos? A lógica resposta seria porque Deus dotou-nos a todos dos mesmos atributos físicos e morais, de sorte que a cada um cabe como mordomos do Senhor cuidar para que nossos corpos sejam santificados e glorificados.
        Terceiro porque não existe a mínima básica bíblica para que eu doe meus órgãos uma vez que, após a morte nós seremos sepultados para depois, sermos glorificados no estado em que nos encontramos. Assim, é certo que os corpos serão ressuscitados na sua forma original e, certamente não é desejo de ninguém chegar ao Paraíso sem os olhos, sem os pulmões, sem o coração ou outro órgão que sua família um dia fez doação.
       É preciso notar que não existe uma só palavra que afirme que nós seremos “regenerados”. Não; seremos, em verdade, “transformados” e é esta a Palavra do Senhor sobre o assunto.
        Quando Jesus curou o cego à porta do templo as pessoas lhe perguntaram: “Senhor acaso este pecou ou os seus familiares para que nascesse cego?” ao que o Senhor Jesus respondeu: “Nem ele nem os seus familiares, mas para que se manifestasse a glória de Deus”. Ora, o que se verifica é que existia, sim, entre os judeus antigos a idéia da recompensa e da cobrança dos pecados dos antepassados. Por que o Senhor não ensinou diferente, mas os deixou no mesmo pensamento?
       Pessoalmente sou doador de sangue, já fiz inúmeras doações, entendendo que o Senhor doou seu sangue pela humanidade, então quem sou eu para não doar sangue para o meu semelhante? Mas o sangue certamente será recomposto. Mas quando dôo meu coração, fígado ou rins, estes não serão repostos jamais, e, assim irei, quando tocar a buzina, ao encontro do meu Senhor, sem os meus órgãos. Já pensou na eternidade alguém procurando transplantar órgãos? Já pensou cegos na eternidade?
        As drogas, a exemplo da ciclosporina que evita à rejeição dos órgãos, e que tem de ser tomada para sempre enquanto viva a pessoa, prova a artificialidade e a precariedade da doação. Vive em engano, e, nós os absolutamente crentes, embora não fale por eles nem mais ninguém,  não parecemos  entusiasmados com a idéia.Meus filhos e meus parentes e todos os que vivem sob o meu domínio e liderança, jamais doarão seus órgãos, de sorte que, tenho exercido, quando hospitalizados algum, severa vigilância em caso de morte, vez que, tem sido denunciados muitos furtos de órgãos nos hospitais.
        Não parece perversidade. Não sei se a pessoa carente do transplante ama ao Senhor, ou se seus parentes foram criminosos secretos, cruéis almas, a cometer toda sorte de abominações? Os santos não necessitam de socorro senão do céu. Os pecadores já não podem dizer o mesmo.
        Já pensaram os ladrões do “mensalão e do petrolão”que causaram a morte nos hospitais, a dor e o sofrimento dos necessitados que não encontraram abrigo nem assistência nos hospitais, nas escolas e nas creches? Acaso seus parentes que se locupletaram, passearam, curtiram o mundo, esbanjaram luxo, fausto e riqueza e, amanhã receberão órgãos transplantados? E o pagamento? E a lei do retorno, da dor e do sofrimento, da recompensa? Pensemos.
         Na dúvida, não seja doador de órgãos, só de sangue.