O que você quer saber sobre História?



Este blog tem como objetivo discutir História, postar artigos, discutir assuntos da atualidade, falar do que ninguém quer ouvir. Então sintam-se a vontade para perguntar, comentar, questionar alguma informação. Este é um espaço livre para quem gosta de fazer História.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

UM BOM NEGRO SERÁ SEMPRE UM BOM NEGRO.

      
        Graças a Deus sou um bom negro. Não esqueço o dia 13 de maio nem a pau. E observo o quanto este dia é esquecido nos dias atuais, especialmente porque falamos de um país cuja composição beira os quase 84%, porcentagem de negros, mestiços e essa cor desconhecida chamada “pardos”.
          Sou favorável em dizer e reafirmar que os meus antepassados chegaram da África. Éramos ou nos tornamos, aqui no Brasil, pessoas importantes. Meus antepassados, muitos ou pelo menos alguns, os puxa sacos, vieram fugidos do marechal Junot,eficiente militar francês, quando as botas dos soldados de Napoleão faziam eco nas ruas e calçadas de Lisboa, obrigando a fuga apressada da Corte Portuguesa e dos seus áulicos.
         Alguns dos meus parentes puxa sacos serviram à Rainha, chamada, sem desdém , de Louca, justamente mãe do eterno infante D. João VI que não podia se tornar rei, enquanto a louca Maria, sua mãe coitada,  existisse.
         Pois bem, alguns dos meus parentes foram ministros de Dom João VI e ajudaram a espalhar esbórnia e safadezas, a começar pelo conhecimento que tinham das safadezas da Dona Carlota ,Princesa Espanhola que odiava e detestava a Colônia e os crioullos, mas que era chegada a corneação do desnaturado e gorducho bonachão Dom João, dando-lhe seis filhos, conforme se fala à língua miúda, corneando  o pobre  desafortunado, com mais seis filhos, que se dizia, filhos de um negrão rico. “Ricardão” perigoso a rondar o palácio e a emprestar dinheiros e galinhas à mesa do príncipe, que, por sua vez não lhe negava, mesmo porque tudo indica que na qualidade de “cornuto”, era absoluto desconhecedor, tudo para confirmar a regra de “que o côrno sempre será o último”, a saber, do estrago.
         “Parentes à parte, minha “negrada” (não me processem, pois falo dos meus próprios parentes), contribuíram para essa desorganização infame que é o Brasil”. Foram eles, os portugueses, precursores do “Petismo”, essa bagunça generalizada que um dia seria amarrada ao Brasil.
         Mas, tão certo quanto nos livramos da corja portuguesa, assim, é, certo dizer que vamos nos livrar do PT. Não duvide homem de pouca fé.



quinta-feira, 7 de maio de 2015

INVADIRAM O PAÍS E NÃO SABEMOS?

                                   
        Quem assiste a triste quadra que este país está a experimentar, sente, muitas vezes, vontade de chorar. Pior, sente vontade de deixá-lo e buscar asilo e abrigo em países aonde as populações se levantam reclamando, cada vez mais, democracia.
          Quem não está atento, não pode sentir que estamos correndo céleres para um imenso buraco em que desastre e a destruição serão tão inevitáveis quanto a necessidade do ser humano beber água e se alimentar.
        O Brasil está infestado de guerrilheiros vindos de Cuba, de milhares de haitianos e outras etnias que para aqui vieram sob apelo do PT para que se já implantado o facismo e escravizar o povo. Somos, sem dúvida, um país em que os poderes não funcionam, o governo é um ninho de atos a comandar a perpetrar as maiores roubalheiras, em que grupos econômicos se associam livremente e abertamente para explorar, roubar e dilapidar o patrimônio que deveria ser de todos os brasileiros.
        As nossas riquezas em vez de serem divididas entre brasileiros, estão seno mascaradas sob rubricas criminosas de grupos de analfabetos que darão sustentação na eventualidade de outros golpes do PT para se manter no poder, a despeito do bolsa família que arrancando dos impostos escorchantes dos brasileiros, pulverizam entre analfabetos e preguiçosos estimulados a não desenvolvera atividades laborais e desenvolvimentistas.
        As divisas internacionais estão sendo distribuídas com as piores repúblicas a despeito da África que tendo 54 países apenas um, ou seja, a África do Sul desfruta de democracia, sendo os demais 53 países governados por  sanguinários governantes que apóiam e recebem do PT apoios incondicionais.
          Quando o desemprego grassa o Brasil estamos distribuindo benesses e doações em espécie para que Cuba e Bolívia enriqueçam, o Haiti está sorvendo milhões de dólares para sustentar a megalomania de Lula e do seu projeto de perpetuação do poder, seus áulicos e bandidos, que os Americanos do Norte não apoiaram governo corrupto e tão ladrão quanto os do PT, enquanto aqui dentro milhões de brasileiros sofrem as agruras da ausência de comida e desenvolvimento econômico e social.
         País perdido. Sustentamos hoje o atraso e a incúria política de povos que rejeitam o trabalho, mantemos parte das forças armadas  do Haiti como cães de guarda dos ditadores, enquanto suas ricas e abastadas famílias são guardadas e protegidas por soldados pracinhas, como se fossem reles moleques de recado, quer seja dando proteção contra os próprios nacionais, quer seja carregando bolsas de madames e pacotes, quando vão às compras, trocando o fuzil que deveria ser de defesa da Pátria brasileira pelo servilismo e pela escravidão de sermos moleques dos haitianos.
         Daqui tenho juntado forças, com milhões de brasileiros declarados, que temos de retomar o Brasil dos ladrões golpistas, uma vez sabido que os brasileiros são simples e comuns reféns de quadrilhas que tomaram o país pelo voto e pelo engodo.
         VOCÊ NÃO TEM PAÍS. NÃO SE ENGANE.


MEU CARO DOUTOR GOOGLE

              
          Como eu gostaria de recomendá-lo para tantas outras pessoas. Sinto no senhor, meu verdadeiro e confortante médico capaz de levar às pessoas às mais profundas experiências, sem lhes negar a apreensão de conhecimento, e, sem deixar nenhuma pergunta sem respostas, ultrapassando a compreensão dos temas.
         Sei que não existe da sua parte, aquela pressa tão característica dos seus colegas médicos, bem como o senhor sendo um altruísta, não nega a mínima informação, desde quando as perguntas sejam claras. Muitas vezes suas respostas são tão longas que deixamos de ouvi-las, enquanto passamos a questionamentos diferentes. Fato é que, desde que descobri o seu endereço, não tenho faltado, quase que diariamente, de fazer uma visita útil ao seu consultório.
        Descobri pelas minhas pesquisas, que muitos dos seus colegas, na verdade, estão dando e oferecendo diagnósticos baseados nas suas aulas verdadeiras. Suas consultas são relativamente baratas e, embora não possamos dizer que são curtas ou que o senhor poupe as pessoas de informações circunstanciadas. Tenho certeza de que muitos médicos se socorrem com freqüência, muito mais do que possamos imaginar, quando precisam se desembaraçar de perguntas que absolutamente as faculdades de medicina não lhes ensinaram.
        Sou, por assim dizer, um admirador agradecido, pois,  depois de percorrer consultórios, os mais variados, e, de ter-me submetido a uma infinidade de médicos, quase não posso dizer tenha obtido respostas satisfatórias. Sei com certeza, e, posso afirmar, que hoje sou capaz de discorrer fluentemente e desembaraçadamente sobre efeitos colaterais, e, sobre os efeitos nocivos do câncer, assim como aprendi a me reconfortar quando busco respostas que  médicos jamais souberam ou quiseram me dar.
         Ainda outro dia precisei de um remédio que combatesse alguns efeitos colaterais, e, não foi  nenhuma surpresa que encontrei os mesmos que certo médico havia passado para meu tratamento. Assim, a grande dificuldade é que o doutor Google ainda não permite a extração de receituário. Seria extremamente bom se ele pudesse fornecer, além dos ricos diagnósticos, blocos de receituários para que não tivéssemos de ser explorados quando precisássemos tomar remédios, o que reclama uma consulta e dispêndio de dinheiro.
       Estou quase um craque nas aulas profundas do doutor Google. Não tenho vergonha de dizer que estou quase um especialista. Falta-me , bem verdade, um  “quase”, mas certamente as respostas que antes me afligiam e meus médicos nunca me deram ou não quiseram, ou não souberam responder, hoje as tenho com a paciência do doutro Google. Por tudo isso, só tenho mesmo é de agradecê-lo muito.
        Não se assuste se eu afirmar perante o senhor e o mundo que, hoje sei tanto de medicina quanto aqueles  que tem me atendido nos seus consultórios, pelo que praticamente já posso ser considerado, sem muito exagero um “autodidata”, com exceção, é claro daqueles que operam, e,  dos que rasgam corpos e operam, entretanto, quero afirmar que aqueles jargões médicos, aquelas terminologias, aqueles nomes aparentemente esquisitos, praticamente hoje eu os domino, com certa e relativa facilidade. Estou um craque. Não se assuste em eu afirmar essas coisas sem a mínima boçalidade e, melhor é que eu sou atendido a qualquer hora do dia e ou da noite sem marcação de consultas, etc., etc.,.

            Muito obrigado, Doutor e eficiente médico Google.

JÁ FUI E NÃO SOU MAIS.

                                        
         Passei a minha vida e juventude lutando para que um dia o socialismo se estabelecesse em minha pátria. Sonhei enlevado pela minha geração com uma pátria em que os direitos fossem iguais e as pessoas tivessem condições de viverem com dignidade, alcançando, assim, a civilização e o bem estar público e gral.
          Corri vários e significativos riscos, estudei o socialismo, me apropriei de conceitos e chavões, e, pugnei pela “esquerda” vitoriosa no Brasil.
          Chegada a ide e o avançado dos anos, me quedo humilde e reconhecido de que, o comunismo que graças a Deus não vingou no páis, seria uma total e acachapante desgraça para todos os que não pertencessem ou viessem a pertencer aos mandatários.
          Fui um daqueles que vestiu a camisa do socialismo. Amante profundo do PCdoB me aprofundei e ostentei através de vida e de roupas, todo o meu amor e paixão profundos que senti  e experimentei pelo socialismo.
          Vendo e estudando a mentia do PT que lutei para o seu primeiro presiente Lula dando meu voto e minha uta, assistindo e tomando conhecimento do mais alto e profundo grau de envolvimento em atos criminosos e de corrupção larga e deslavada, vejo o quanto o Brasil conseguiu se safar dessa praga que é o socialismo.
         Quando vejo uns infames e boçais capitalistas disfarçados, uns beócios que nunca pegaram numa arma nem arriscaram a vida, uns ladrões da coisa pública tipo Dirceu, Lula, Genoino, e tantos ladrões se apropriando e metendo as mãos no dinheiro que deveria ser do povo, vejo então o quanto fui bucha de canhão, inocente útil, e quanto eles apenas cuidam dos seus bolsos.
        Todos milionários, não são capazes de descreverem como ganharam suas riquezas, enquanto suas famílias e testas de ferro se apropriam por baixo dos panos, burgueses infames e mal disfarçados.
          Seu socialismo é essa miséria de Cuba, da Venezela e da Bolívia, então tenho certa vergonha de ter sido um dia tão fanático.
         Vivi espartanamente como um bom comunista. Não persegui a riqueza e não amealhei fortunas prejudicando, de certo modo, minha família que na pude ter condições se quer de conceder mais e melhor vida.

          Se eu pudesse voltar atrás e refazer a vida, uma das primeiras coisas seria... deixa pra lá...

quarta-feira, 29 de abril de 2015

SOBERANIA DE UM PAÍS.

                                     

        Ontem, terça feira, mais um brasileiro foi fuzilado num país distante chamado Indonésia. A questão aflora sempre sentimentos antagônicos, posições irreconciliáveis e considerações que na maioria das vezes permanecem sem uma discussão clara, senão os juízos apressados.
       De todos os fatos, surge uma questão que interessa a muitos, envolvendo a questão da soberania. Como já nos expressamos muitas vezes, o Brasil padece de uma política racional e clara sobre as questões humanas, levando-nos a exposições infames perante as nações civilizadas, revelando o primarismo da nossa Chancelaria Exterior revelando-nos bárbaros,perante as civilizadas nações, uma vez que o Brasil parece tão perdido quanto distanciado do direito vigente em cada nação.
        Essa irritante posição brasileira nos faz acreditar que nossos diplomatas são uns desocupados senão despreparados, faltando-lhes competência e afinidades no trato com as questões internacionais, parecendo vocacionados para venderem, lá fora, frangos e carne suína e  bovina, em especial as de menos fino trato como as do oriente , excluídas as mais  economicamente e culturalmente adequadas ao mundo em que vivemos.
          Esquece a nossa desconhecedora e incompetente Dilma de um direito chamado de soberania, que, outra coisa não é, senão o poder de fazer ditar as suas leis e império dentro das suas fronteiras, como as nações mais atualizadas segundo as características que cada caso requer. Já o dissemos que existe algo chamado de poder de fazer valer as suas leis dentro das suas fronteiras, portanto, não se admitindo, PR esse princípio, qualquer intromissão  nos assuntos internos de cada nação.
       A Indonésia menosprezada e esquecida pelos nossos diplomatas e nossa infame presidenta, parecem mancomunados para nos expor perante o mundo civilizado, a tal pondo de ter a infame, praticamente cortado relações diplomáticas com aquele país, provocando, inclusive, a retirada do Embaixador daquele país da representação em Brasília desde o mês de março.
          O que se esquece d. Dilma e os seus asseclas diplomatas miseráveis é que, o brasileiro paranaense fuzilado, estava preso num país em cujas regras são bem claras, consta a pena de morte na sua constituição, as leis funcionam, o judiciário não é de fancaria cm o nosso, as suas leis são aplicadas sem outra consideração senão fazer com que os transgressores paguem e temam.
          Duvido que outro brasileiro caía na tentação, procurem a Indonésia com suas pranchas carregadas do pó da morte,  dos dois que foram fuzilados no país e tentem, sequer, entrar no país com cocaína o qualquer outro tráfico de drogas. Sabem ou melhor devem saber os brasileiros, de que ao chegar à capital daquele país, uma placa com dizeres bem visíveis indicam e avisa que o “trafico de morte é punido com a pena capital”. Em seguida, ao desembarcar, o cidadão estrangeiro recebe alguns cartões avisando da penalidade máxima.
        O cidadão que entra no país com uma carga de seis quilos de cocaína embaladas e camufladas em pranchar de surf, não se pode dizer anjinho nem muito menos inocente, mas revela uma personalidade perigosa e pautada e conscientemente escolhida e direcionada pata adquirir vantagem com o produto criminoso
        Todos os dias a justiça brasileira, solta assassinos, os mais algozes, os crimes não são punidos, as cadeias não prendem os assassinos enquanto a presidenta do país não levanta um só dedo para reformar a justiça e implantar um sistema punitivo, clamor geral do brasileiro que vive o terror, e, entregue completo e totalmente ao terror que vivemos com a crescente criminalidade brasileira crescendo  a cada dia.
        Bem ali na frente do nosso nariz encontramos a Venezuela aonde os direitos humanos não são respeitados, centenas de opositores são presos sem julgamento, a justiça de absoluta fancaria e a serviço do seu infame presidente, uma Cuba sem liberdades e outros países tipo Peru, Colômbia, exportando para dentro das nossas fronteiras cocaína, armas e outros produtos do crime, viciando e empesteando o Brasil tornando-o uma verdadeira pocilga sem que Dilma busque sequer amenizar, a exemplo das cracolândias que explodem, desde a menor à maior cidade do país, milhares de vítimas provocadas pelos "nóias" e viciados, divisas perdidas, enquanto não sensibiliza a governança brasileira que não se toma de brios, nem de indignidade, e de vergonha sequer, para combater eficientemente, quanto mais cortar as relações com esses países que infelicitam e ajudam a engordar contas de milionários do crime, ajudados pela justiça morta que é a brasileira, derrocados os Três Poderes da República falida.
         Nunca tivemos tantos vexames internacionais, desde a fala tropeçada e incongruente de quem não tem domínio da língua, passando recibo do quanto somos um país distanciado da civilização e do reconhecimento como nação de que tanto necessitamos perante as co  irmãs.
        Os nacionalistas, a exemplo de tantos que se aflige com a infame quadra do nosso país, se esforçam e se espremem escondendo as caras diante das gafes desse desgoverno infame que nos expõe tantas mazelas, muito menos quando o país, na verdade, se ressente de representação política, moral e social. D. Dilma não nos representa, não apenas por ser analfabeta e desconhecedora do direito transnacional, assim por ter perdido, com seu desgoverno e ausência de responsabilidade moral, e muito menos por ser analfabeta, uma vez que suportamos, por oito anos, o seu mentor e criador na pessoa do infame e corrupto Lula.
          A família do fuzilado devemos compreensão. As almas mais sensíveis buscaram orações no sentido do conforto da perda desse criminoso membro. Na esperança de que o cidadão tinha tido algum tempo para a reflexão e arrependimento diante do Pai, fiz muitas orações, já que outra opção não lhe restava.
        Matou e ajudou a destruir centenas de famílias e jovens, usuários do seu veneno, pela usura e pela ganância do enriquecimento já que é sabido que na Tailândia um quilo de cocaína alcança a bagatela de 300 mil dólares o quilo.
         Mas temos de dizer que, como todo covarde na hora da azeda morte, o moço “arregou”, e, devemos dizer que arregou feio. Ou seja, acovardou-se, como, aliás, são covardes todos os criminosos.
        Que o Senhor tenha tido piedade da sua infame alma.

        E que em breve nos livra da incompetente Dilma e seu desgoverno. Amém.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

VERGONHA INTERNACIONAL

             No Brasil não temos nenhum sentimento de perdimento, muito menos de vergonha. Parece que, os sentimentos se enveredam por turbilhões de desconhecimento e de ausência de pertencimento, de modo a que nos expõe como nação, nos retira do meio das civilizações, e nos abandona perante o inexplicável mundo dos criminosos anônimos e insignificantes, sem Deus sem respeito, e, sem nenhum sentimento altruístico.
        Passada a comoção pública, nos acomodamos em silencio covarde. Passada a dor e a vergonha nos acostumamos aos sentimentos de cinismo e de desprezo pelos que se foram, e, pelos seus parentes, sem justiça, a reclamar perante amoucados e doidos ouvidos incapazes de sentir e experimentar dores e sentimentos de fraternidade.
       Quero especificamente me referir ao golpe de 1964 quando uma quadrilha de generais e subordinados cegos, ouvindo a voz da quebra da hierarquia e da normalidade democrática, atacou o Estado Brasileiro, matando e destruindo vidas preciosas em nome de uma pretensa mentirosa doutrina da Segurança Nacional que outra coisa não fez senão golpear e ferir mortalmente um povo, seus brios e sua história.
        Já nos referimos à farsa, não apenas uma vez, mas faremos enquanto pudermos e as vozes mais fortes escalonadas nas baionetas assassinas de outras quadrilhas de militares assassinos,  não forem capacitadas a calar, mais uma vez, como já demonstraram, sua capacidade de fazer o silencio dos que lutaram para uma pátria melhor.
       1964  é apenas mais um marco. Sabe-se que outras nações tiveram a desdita de serem lideradas pela famigerada Operação Condor representada e chefiada pelo Brasil espalhando sua capacidade monstruosa de matar e destruir, de aterrorizar populações e de fazer abaixar a cabeça pelo peso das baionetas a nacionais desarmados que outra coisa não fizeram nem desejaram senão sonhar com dias melhores para as populações. O Brasil se achincalhou, a mocidade com seus sonho sufocados pela cruenta e criminosa repressão, terminaram por alcançar uma juventude, no melhor de si, não deixando sequer traços de uma juventude que ajudaria a soerguer a nação.
        Sufocando as aspirações. Os militares mataram cidadãos e especialmente jovens indiscriminadamente, forjou suicídios, abusou da tortura, tudo em nome de uma repressão brutal, entregando ao capital estrangeiro as riquezas da nação e sufocando na pobreza infame e persistente, as populações brasileiras que não conseguem se desvencilhar da miséria em que as Forças Armadas gloriosas do Brasil conseguiram para gáudio da quadrilha de generais e marechais, fazer se abater sobre nós.
          A pior vergonha é dar as costas, deixar de apurar e punir tantos crimes, sendo, seguramente, a única nação no mundo em que crimes contra a humanidade permanecem sem apuração, muito menos sem responsabilização dos seus mentores e cabecilhas.
       E, aonde a impunidade medra terreno mais do que fértil permanece até que outra quadrilha, alimentada pela impunidade e ausência de corretivo, se ache no direito de repetir aventuras, ainda que sob a bandeira do sangue dos nacionalistas.
       Até quando permitiremos que criminosos continuem a vestir os pijamas da impunidade e da aposentadoria da traição?


quarta-feira, 22 de abril de 2015

AVENTURA SOCIOLOGICA – A CRISE

             
        O exemplo de que a sociedade não se articula ainda, é a oposição que segmentos fazem. Há um descompasso gritante no que diz respeito às minorias. Sócrates através  do método que se convencionou chamá-lo de  maiêutica socrática pretende decompor as questões até alcançar um ponto de satisfação. O que o articulista quer e pretende dizer é que não se consegue ainda delimitar o que seja “minoria” mesmo porque, esses pretensos grupos reformistas ou pseudo reformistas, pretendem, também, a transmutação de reformistas em transformistas sociais mas, que arrefecem a luta tão logo os objetivos sejam alcançados, quer associações, quer focos de interesses além de não possuírem, nem por ficção jurídica, qualquer sinal de pertencimento a qualquer identificação,muito menos traços personalísticos.
      O que seriam as tais “minorias”? Qual a metodologia capaz de ensejá-lo e caracterizá-los? Ao deferir a sociedade direitos e deveres como atributos do Estado versus Cidadania, este mesmo Estado no dizer de Cristina Souza “é uma instituição por excelência que já nas peças de Shakespeare e nos escritos de Nicolau Maquiavel se anunciava como o redutor da humanidade, e, que teve por toda a modernidade um desenvolvimento de enorme dimensões, começa a apresentar fortes tendências desintegrativas” (In. Ob. Cit e A).
      Pode-se dizer que perpassa no período uma febre contestatória. Não verdade não se pode dizer que tais movimentos chegaram ou chegam a somar alguma coisa. Entretanto, há um sopro ilusionista de liberdade aparente, mas que reduz pela complacência da permissibilidade uma discussão menos radicalizada, restando de positivo, certo grau de democratização pela aceitação e pelo deferimento do tecido social maior – a sociedade como um todo globalizante.
     Não é pretensão delimitar, muito menos fazer “tabula rasa” dos movimentos reivindicatórios das chamadas “minorias” nem mesmo negar-lhes as existências e pruridos existenciais, mas se trata de subordiná-los à norma social e às normas de conduta e convivência social. Essa visão casa-se perfeitamente com a visão do pós guerra em que as sociedades apelaram para a aceitaram imediatista do individualismo e da pouca e insignificante participação.
      As chamadas políticas afirmativas que pretendem romper com o já consagrado, representará muito mais a quebra de modelos sociais gastos, portanto reclamadores de novas posturas sociais. José Murilo de Carvalho escrevendo um artigo em uma das revistas, afirma: “Uma partida de futebol é o único momento em que todos os brasileiros, inclusive as populações indígenas se tornam brasilienses, se identificam em  um sentimento comum” (Ob e A. Cits.).
      Calcados na pretensão de mais e maior liberdade as chamadas políticas púbicas inclusivas, parecem ser muito mais a outra face de arregimentações de forças que se medem, porém com o claro intuito de “desestabilizar” o socialmente estabelecido aceito e concordado socialmente, embora escoimados certos defeitos, se positivem no sentido de chamar, de alguma forma, à discussão, ou quando menos chamar a atenção enquanto conquista da expressão democrática e da livre manifestação de opinião e crença, pilares de qualquer democracia dentre as civilizações modernas, as quais cabem auscultar e deferir os pleitos dessas “minorias”.
      Excluídos quaisquer maniqueísmos ou juízos interpretativos sob pena de insipidez\ sociológica, forçoso é reconhecer a modernidade mais aberta ao diálogo, à socialização de certos grupos, sua aceitação e divulgação como parte da  estratégia mercadológica, mormente como condição das configurações de aceitabilidade social e política, assim como o famigerado (ao nosso ver) do “corretamente político” praga infame da modernidade visionária de algum tresloucado ente social, em nome do qual se assentam as bases de quaisquer filosofias dos que ousam  contestar e  individualizar condutas.
     Aliás, foi Carl Marx ao tecer considerações juntamente a Engels no livro a Ideologia Alemã quem afirmou: “Evidentemente em um país como a Alemanha, no final não corre senão um processo histórico miserável tais processos intelectuais, tais trivialidades glorificadas e ineficientes, servem de paliativos para a falta de desenvolvimento histórico: alojam-se e devem ser combatidos, mas a luta tem meramente importância localizada”. (Ob. E AA. Cits.).
      Ora, de tudo quanto se afirmou, evidentemente não se pretende deslustrar os movimentos ditos sociais, muito menos estigmatizá-los ou minimizá-los, não obstante sua  localização e suas costumeiras tentativas de destruírem ícones sociais numa indisfarçada iconoclastia, não obstante urge as novas faces sociais, uma positividade ou negatividade, exercitando seu papel de juiz crítico no sentido de pugnar muito mais pela conformação social e a integração, visualizando a especificidade da teorização sociológica em que a busca pragmática consiga descobrir a realidade histórica e a perspectiva da marcha da  humanidade sem perder a coesão e a essencialidade que socorra o cidadão individual, o que exige um ordenamento jurídico como tia de proteção aos interesses difusos, considerando matriz e base de universalidades sob a norma social abrangente e impessoal, e não o atendimento de “minorias”, cuja existência reclama uma correção de rumos, quando menos a delimitação da sua identidade.
Trabalho apresentado à PUC-Rio pelo Autor quando aluno da Instituição.