O que você quer saber sobre História?



Este blog tem como objetivo discutir História, postar artigos, discutir assuntos da atualidade, falar do que ninguém quer ouvir. Então sintam-se a vontade para perguntar, comentar, questionar alguma informação. Este é um espaço livre para quem gosta de fazer História.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Formação dos Estados Nacionais...


         Conflita a historiografia respeitante ao fenômeno caudilhista, a exemplo das visões muito mais preconceituosas, inclusive erroneamente pensadas como se de ocorrência latino-americano, o que é um claro equívoco. Possivelmente o fenômeno ocorrido na América Espanhola tenha e certamente tem a ver com a ação da Igreja Católica que justificava através do papa o direito da Espanha de ocupar as terá e ensinar a religião católica, pelo que a Espanha estaria restando um serviço ao catolicismo.
       Assim, terá início a ocupação da América, no dizer de um dos primeiros historiadores, Francisco Lopes de Gomara, “sem colonização não há uma boa conquista e se a terra não é conquistada, as pessoas não serão convertidas”, desse modo registrando na historiografia o que o catolicismo sempre estava pronto a afirmar.

          Tanto no Vice-reinado do Prata quanto no Vice-reinado de Nova Granada compreendendo este os atuais Panamá, Colômbia, Equador e Venezuela a ação da Espanha se intensificaria pela ocupação e exploração dos seus recursos.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

A BUSCA DE UMA NOVA ORDEM POLÍTICA E A CONSTRUÇÃO DOS ESTADOS NACIONAIS NAS AMÉRICAS.

    

       Uma pergunta se impõe: O que é história?
        Derivada de “histor” com significado de sabia ou conhecedor apresenta várias definições como a de Johann Gottfried Von Herder que sintetiza ao afirmar que “é o estudo do passado”, enquanto o fundador da Escola dos Anais, por seu turno, afirma ser “a ciência dos homens no desenrolar do tempo”, no que Lucien Febvre complementa como sendo  “o processo de mudança contínua da sociedade humana” até chegar ao nosso tupiniquim historiador e nem por isso menos respeitado, Aurélio Buarque de Holanda Ferreira que diz:” é a narração metódica dos fatos notórios corridos na vida dos povos  na vida da humanidade”.
        Vê-se, pois, que existe uma amplidão de conceitos que, no entanto, não abala a convicção e que a historia é a ênfase na descoberta do passado e presente com vistas a expectativas do futuro.
          “Et pour cause”, o Cursista sente-se obrigado a conceituar os termos que serão trabalhados, a despeito das palavras “caudilho” e “carisma” t/ao significativas ara esta atividade, aquela, como sendo dotado de carisma, popularidade tendo um excelente relacionamento social com todas as classes sociais; a segunda, como sendo aquela pessoa que tem o dom do céu e e possuidor da graça divina. (Dicionário Globo).
        O caudilho e, antes de mais nada, produto das estruturas e formas arcaicas de poder e exercer com este mesmo poder. Na América Espanhola aonde os chamados movimentos autonomistas se intensificariam após o apoio explícito da Inglaterra tais movimentos anticolonialistas, depois de 1817 culminariam com a independência tendo a frente dos movimentos, os caudilhos.
        Esse carisma que é o poder exercido por um indivíduo, se singularizava por qualidades prodigiosas, pelo heroísmo, pela abnegação à causa dos outros fazendo dele um líder ou chefe merecedor de admiração, respeito, acatamento, e permeará boa arte da história da América, contudo, sem ser um fenômeno circunscrito a América do Sul.
        François – Xavier Guerra afirma ao abordar a questão da América Espanhola dizendo que foi “um processo único que começou com o surgimento da modernidade em uma única monarquia do Antigo Regime vai desembocar na desintegração desse conjunto político em múltiplas estados soberanos” (Cit do Conteudista, aula 04, págs, 4 e 5 ).
         Vemos que o autor pressupõe uma forma de conscientização e o surgimento de um homem a que ele chamou de “novo” aspirando e propondo com sujeito da ação, a construção de uma nova sociedade reclamando políticas novas.
        Ele termina por concluir que, os movimentos independentistas provocariam o diálogo questionando quais os papeis da monarquia na América se  unitária e desigual fundada na “Modernidade absolutista e a dos americanos que almejavam um pacto, mas plural e igualitário” (Conteudista págs, 5 e 7).
          Documentos entrevistando François Guerra a Jorge Nuñez afirma que a primeira vez que apareceram figuras com “nação” e “sociedade” assim se expressando: “Eso quiere decir que, durante esse tempo há aparecido uma nueva figura, La nación, como em e siglo XVIII habia aprecido la figura de la “sociedade”. (Ob cit. E A.)


sábado, 14 de fevereiro de 2015

A Histroria da Educaçao e Política no Brasil




                                            

        Vários ingredientes misturados, tratamento igual para desiguais, padronização do ensino, diversidades e realidades diferentes, dissociação de geografias, oferta da escola faltando calços efetivos aos segmentos, acompanhamento assistência, sem assistencialismo, embora equação difícil segundo realidades, educação formal e misteriosa com destinação de verbas, mas sem qualificação em detrimento da quantificação.
        Os dados apresentados pelo IBGE demonstram muito mais, no dizer de alguém: “diálogo com interesses governamentais em diferentes épocas”, uma vez que a estatística sempre foi um instrumento de controle do Estado.
          O panorama do ensino não pode ser linear como as estatísticas informam, como, por exemplo, na UFSM aonde 66% dos estudantes vieram do ensino público a exemplo dos cursos de medicina em que 34% também oriundos da escola pública, muito mais do dobro da média nacional (Veja nº 1927, outubro de 2005).
        A questão é que não existe mérito para aprovar. A questão se parte na inutilidade discursiva na medida em que não existe mérito para a reprovação.
        Pesquisa recentíssima do IBGE, para todo o país, desta semana, desabonadora,  aponta que 2 milhões de crianças asseguradas constitucionalmente, matriculadas, são ANALFABETAS . Ao lado, 84% dos alunos públicos e privados, com ênfase para a escola pública “estão” ANALFABETIZADAS e apresenta os docentes desmotivados, por variadas causa com 83%.
        Há toda uma dimensão social, econômica e política na visão denunciada por Paulo Freire “com expressão da pobreza ou até mesmo da miséria de camadas expressivas da sociedade” (Edivaldo Boaventura, In art. Jornal A TARDE Bahia, setembro de 2008).
        Fato é que o século chega ao seu limiar com 10,62% de analfabetismo, embora existam ilhas de excelência como os estados sulistas, enquanto outros, a exemplo da Bahia conta com índices desumanos e inaceitáveis de 40% sem contar os mais de 50 anos que chegam a alcançar 80%.
        Paradoxos. A citação base desta tarefa de Romualdo Oliveira aponta a pobreza com s maiores índices de reprovação, evasão e inconclusão, não obstante a escola tenha atingido quantitativamente, quase 100% de ofertas de vagas.
        De fato, a exclusão se dá de modos diferenciados tendo em comum clientela carimbadas como indígenas, agricultores e familiares, assalariados, trabalhadores temporários, assentados, populações carcerárias, deficientes auditivos, quilombolas, etc, etc.
        A Revista Educar, ano I, nº 1 de maio de 2008 do Estado da Bahia reconhece à página 7”Balanço e perspectivas” todos os problemas afetos, mas, como o demais governos é como s se deixasse um vácuo ela ausência de implementação dos programas e politicas públicas, conforme já discutimos nos fóruns.
       A exclusão embala-se não mais nas condições do “ser”, mas do “ter” de modo que não importa se negro, índio, cigano ou estrangeiro, mas na efetivação e alcance que as medidas e o bom emprego dos tributos arrecadados e a gestão pública eficiente com emprego de recursos, sem negar que, em princípio passa a questão pela melhoria dos índices econômicos, trabalho e renda , e suporte para os que necessitam chegar a o como um problema de rede em toda a sua compreensão e extensão.
        Não basta a universalização como tem ocorrido desde a década de 90 com o esqueleto jurídico assegurando coercitivamente a matrícula e penalizando pais ou reesposáveis omissos, nem bastará a LDB o a Carta Constitucional nem as garantias dos segmentos excluídos, mas a garantia de como efetivar a permanência dessa clientela seguindo as exigências e os ditames do desenvolvimento do País, mas cujas considerações por limitação e imposição não podemos nos estender.
        Permite-se, no entanto, chamar como se suas fossem, as palavras do pensador Sidney Ohalhoub – in artigo pertinente “Ajudará a ver se ficaremos para sempre satisfeitos com a casaca da democracia, que já temos, ou aceitaremos enfim desafio de aprofundá-la, recriá-la mesmo, nos fundamentos da sociedade da justiça, da igualdade de oportunidades” (Ob. Cit.).
Sertões da Bahia – 4º semestre 2008. Para  PUC-Rio.
      
        

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

UM BRASIL TREPIDANTE

                                                       

        Quem acompanha a vida pública brasileira não pode deixar de compreender que chegamos aos estertores da indecência e da malversação da coisa pública.  As instituições desafiam o bom senso, enquanto ficamos na expectativa de qual será a próxima passada que retroage o país.
        Os homens ditos de vida pública violentaram os costumes, e, a decência de tal forma e modo que até duvidamos que não vivemos mergulhados numa imensa pocilga de lamaçal infinito. Visualizar esperança no Brasil é como se atestássemos a nossa própria incompetência e o nosso  marasmo, na nossa incapacidade própria de alcançarmos a decência e a moral.
        Desde muito sabemos e o mundo sempre disse, que nossos costumes são tão alentados de barbaridade moral e indecências que nos parecemos muito mais com os lupanares mais sórdidos, aonde  campeamos na mais vil e rebaixada prostituição e lamaçal.
        As voltas com o chamado “petrolão”, rombo nas contas públicas de mais de 80 bilhões, o brasileiro comum se vê diante de uma encruzilhada dolorosa em que fica pasmado diante de ladrões que dirigem o seu país, enquanto as quadrilhas se avolumam e se refazem com os mais diretos expedientes, sejam eles furtivos ou não, para arrombar a república, esquartejá-la e destruí-la. Todos, quase sem exceções, querem um naco da velha e rombuda viúva chamada Brasil e, dos seus despojos participam os mais graduados brasileiros que avançam sobre o butim, como os políticos com seus escorchantes e escandalosos subsídios (leiam-se salários), os juízes com seus vencimentos escorchantes e escandalosos, os diretores de empresas estatais com seus astronômicos salários, enfim, uma plêiade famosa e ávida de dissecar e roubar desavergonhadamente o páis.
         Não vejo como remediar a situação. Não vejo como retomar o Brasil das mãos das quadrilhas institucionalizadas com seus chefes votados, portanto eleitos pelo povo, apenas com discursos de boa moralidade.

       Só vejo uma solução. Uma revolução popular.

domingo, 4 de janeiro de 2015

MAMA ÁFRICA, ADEUS.

                                              
         Neste país de poucas e raras cabeças capazes de ato simples como pensar e alcançar o raciocínio, já começo dizendo que sou descendente de africanos, é um negro da Bahia, pai de forte descendência africana. Não gosto do termo “afrodescendente, por não ser o mais apropriado”. Prefiro mesmo dizer que sou de descendência africana, já que meus antepassados já desapareceram na poeira do tempo, restando apenas à cor e a origem de fato. No país tudo se convencionou chamar de “preconceito” quando as pessoas não sabem nem a origem nem o significado das palavras. Para que não me preguem um adesivo condenatório, devo dizer que vou expressar apenas um “conceito”.
         O que sempre desejei dizer é que a África foi salva pelos países escravizadores, fazendo, injustamente, trazer das suas terras, milhões de negros que foram escravizados desde a Europa até as Américas.
         Creio que a escravidão, por paradoxal e infame tenha sido, salvou, na verdade, milhões de negros da miséria extrema e da morte por variadas doenças, já que os africanos parecem não terem aprendido a capacidade de defesa própria, deixando-se roubar por europeus e americanos conforme sua história demonstra.
       Por outro lado, os negros remanescentes da África parecem que perderam a capacidade, se é que algum dia teve, de gerir suas vidas e se autogovernarem, tamanha a desfaçatez e as ações de profunda criminalidade levada a efeito por grupos étnicos daqueles países.
        Sabe-se que o PIB da África como na sua totalidade de países, é verdadeiramente ínfimo, de pouca produção e de péssima administração. Na África conceitos de educação e civilidade parecem não conseguir romper as barreiras das suas concepções deixando todas as populações em absoluta marginalidade.
         Por outro lado, as ajudas humanitárias esbarram em governantes pouco preocupados para não dizer criminosos com o bem estar das suas populações, acostumados a vender os seus conterrâneos e contemporâneos como moeda de troca, por aviltantes salários, condições de vida e de sobrevivência absolutamente infames, em troca da garantia dos que assegurem a continuação do “status quo”, mantendo na cegueira e na negridão social, moral e econômica, incapazes de promoverem educação, saúde e conhecimento às populações africanas.
        Governantes assassinos vivem, quando alcançam o poder, numa eterna ponte érea entre a civilizada Europa aonde vão fazer comprar aos milhões para seus familiares e grupos de sustentação da ignorância, enquanto as populações vivem no mais absurdo atraso moral e econômico.
         Os pré-falados diamantes e o petróleo não conseguem chegar às mãos dos negros, vivendo marginalizados, enquanto os governantes, uma vez apoderados do mando das nações, se negam a compartilhá-lo com os seus, cometendo os maiores e mais profundos desatinos.
         Falar de civilidade e de hábitos infames, selvagens e ancestrais praticados como a extirpação dos clitóris de mulheres, muitas ainda na infância, para que não alcancem orgasmos, portanto o direito a felicidade, faz parte desse mundo cão que se nega a civilizar-se, assim como as guerras fratricidas demonstram a “barbárie” e a infâmia ancestral da negrada africana abandonada e ignara que se nega e dá às costas a civilidade.
        Vivendo de restos enviados da Europa como retalhos e roupas usadas, os africanos desenvolveram formas de comerciar esmolas e refugos que as nações civilizadas lhes remetem. Por outro lado, não se diga que as nações devem algo em forma de indenização aos negros africanos, sabido que os bilhões que já foram enviados como ajuda humanitária, foram desviados por negros governantes e seus familiares, já seriam suficientes para que a África melhorasse sua educação e seus níveis de desenvolvimento social.
          Nem a igreja protestante com os bilhões enviados através dos nossos missionários de variadas denominações, conseguiu aplacar a miséria reinante. Dogmaticamente o africano se nega a abandonar hábitos arraigados, sendo superiores na barbaridade que cometem entre si, quer nas guerras étnicas, se matando como selvagens animais, a despeito do famoso “com manga?” ou “sem manga?” em que os inimigos entre mandam as pessoas escolherem entre uma e outra opção que significa cortar, no caso do “sem manga” apenas as mãos na altura dos pulsos, enquanto a segunda opção consiste em cortar os braços do adversário a altura dos ombros. Este o sem mangas
          Não vamos enumerar especificamente nação ou nações, mas basta ver, por exemplo, o que acontece na Argélia atualmente, dando a impressão de que apenas bandidos, sem nenhum limite parecem dar as ordens, com captura de moças que são vendidas enquanto não promovem os governos, ações de limpeza dos marginais que aterrorizam e escravizam a sociedade.
          O que vem da África atualmente? Apenas ebola? No passado vieram nossos irmãos que ajudaram a diversificar o mundo e colorir, em especial o Brasil com seu alegre e colorido, sua mistura racial e sua plasticidade e beleza.
          Os negros que vieram para o Brasil, na verdade representaram o melhor daquele país. Mas lhe devemos nada mais. Somos e fomos diluídos na aculturação dos brasileiros, na esbórnia do samba e do carnaval. Pobre África.

     

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

DEVIAM SENTIR VERGONHA

                                    
          Mais uma vez a senhora presidenta Dilma do descalabro apresenta seu infinitesimal ministério da corrupção. Pra começo de conversa os malandrinhos picaretas já são bem conhecidas da nação. Alguns já trazem algumas manchinhas nos colarinhos, necessitando urgente de água e óleo de peroba. Caras de pau.
          O ministério gigante da incompetente da Dilma vai acabar de afundar de vez com o país. Serve aos propósitos dela e do barbudo Lula, de sapo chamado por Brizola quando vivo. São notórios sobreviventes da esbórnia e do toma lá dá cá que se transformou os governos petistas. Não se trata de um gabinete de coalização, se assim fosse possível ser chamado. O ministério já trás a marca indelével da troca de favores, do suborno escancarado, tendo eles de darem apoios a  mentora nos casos mais absurdos, em desfavor do Brasil para tanto foram subornados nas suas bases políticos corruptas com  verbas e empregos por baixo dos panos.
          Dilma e o PT tratam o povo brasileiro como de fato parece estar a merecer. Total desprezo. Também quem manda sermos tão despolitizados, tão burros e tão sem vontade? Observa-se no país que a desgraceira dos homens púbicos cada vez mais se apossa da coisa púbica.
        Não somos uma república, mas uma casa de mãe Joaninha com seus  anõezinhos perversos a sangrar  a pobre viúva sem defensores. Afinal seria muito melhor colocar Hugo Chaves ou o da Bolívia, cocaleiro na frente desse infame ministério. O Brasil está mesmo sem rédeas, enquanto juízes e políticos disputam com os criminosos quem mais tem a capacidade de assacar contra o país.

         O ciclo revolucionário n Brasil já extrapolou, não acham? Então, que tal uma revoluçãozinha?

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

ELE NÃO TEM É AQUILO ROXO.


         Certo espalhafatoso presidente que foi defenestrado do poder por obra de uns deputados picaretas, dizia que tinha “aquilo roxo”. Com tal afirmação o notório sacripanta politico queria demonstrar notoriedade, afirmando que era “macho de verdade” numa alusão aos seus testículos roxos. Até então a maioria dos brasileiros não sabiam que os cabras de Alagoas tinham as partes pudendas roxas. Achado interessante!
        Entretanto, não quero reportar-me ao infeliz presidente, mas ao quase ex- governador da Bahia, em especial quando ele, nessa semana findante do ano saiu-se com uma das suas maravilhosas e desengonçadas frases de efeito do nada, ao receber a Comissão da Verdade que lhe fora entregar o relatório, ao dizer que “era preciso se pusesse água na ditadura que”- com tamanha aberrante afirmação, o senhor governador apenas desrespeitou, mais uma vez, os milhares de brasileiros baianos que esperam pela apuração e punição dos criminosos que se apossaram do poder pela tortura e pelo crime, muitos, sequer, ainda não denunciados, num convite desengraçado e infame para que os  brasileiros esquecessem da ditadura e não punisse os culpados”.
         Ele, aliás, é o mesmo que esnobando na sua posse de Governador declarava que “não tinha retrovisor e ia governar sem ele”. O Senhor Wagner é um cabra muito hilário com o sofrimento dos outros. O mesmo Governador petista, ao ser empossado, ouviu, recebeu e acolheu um dos conselhos do seu verdadeiro mentor politico e herói (triste sina), Antonio Carlos Magalhães, de triste memória para os democratas brasileiros, notório lambe- botas dos militares e que tanto se desdobrou para agradar os poderosos engalanando-os pelas baionetas, sufocando sonhos e aspirações dos pobres despolitizados baianos, em desserviço ao povo, as aspirações de uma pátria livre da tirania e soberana nas suas demonstrações de democracia. Ouviu, pois, o senhor Jaques Wagner, o conselho do seu verdadeiro líder e mentor, que “se fosse o governador não concederia nenhum amento ao servidor púbico”.
         Como se sabe, o antecessor xereta do ACM, Paulo Souto que o vulgo apelidou-o “Paulo Preso”,(numa alusão às amarra obrigacionais ao seu mentor e benfeitor ACM), concedera mais de 9% ao sofrido servidor púbico (polícia e professorado), enquanto Jacques concedeu, no seu infame governo, a bagatela de 3%. O povo não esquece.
       Para coroar e fixar a história dos desgovernos, o senhor Jacques Wagner mandou descer o pau nos professores e nos policiais, jogando em cima das classes o exército e as forças policiais como “Choque, etc, etc.”. Bordoada neles.
         Sabe-se que  senhor Jacques ganho dos seus indefectíveis puxa sacos, mimos especiais tais  como uma gorda aposentadoria, quatro seguranças, carros e mordomias outras que o povão vai ter de pagar a conta. E eu que, para ser aposentado tive de bancar trinta longos anos dando aulas?
         Uma coisa que eu jamais compreendi de verdade é o fato de que o senhor Jacques Wagner foi líder sindical desses de andar de porta em porta de fábrica fazendo piquetes e conclamando à greve e à baderna. Pobre Jacques. Na maior cara de pau convidava, nos sujos palanques de pura embromação do povo, a que vissem a “vergonheira dos contra cheques dos servidores baianos”
          Vem agora aquela senhora que é presidenta do Brasil e, pasmem senhores, eleva o senhor Wagner a Ministro da Guerra. Já pensou? Estou nas nuvens. Afinal de contas que diabos entende o senhor Jacques Wagner de generais e comandos e estratégias militares? Que aprenderão os militares brasileiros? Que ordens emanarão dos lábios do Ministro da Defesa senhor Jacques Wagner? Me parece uma piada sem sabor, dessas de salão, um pesadelo, um desatino da senhora presidenta, enfim, uma  embrulhada dos pecados, e, não se assombrem se ele colocar nas ruas a tropa para se perfilar todas as vezes que ele e Dilma passarem.
        Afinal de contas Brasília, cognominada de ILHA DA FANTASIA PERDEU DE VEZ A VERGONHA. Já imaginou um general desses da impunidade da sua instituição, medindo o senhor ministro da Defesa d’alto abaixo, mandando-o se recolher?
       Tô pagando pra ver o circo pegar fogo. Sem contar que os Black Blocs vem aí a toda. A verdade, meus amigos, é que não sabemos se o senhor ex-governador guindado a Ministro da Defesa com poderes sobre as Três Armas da república, tem, de fato, aquilo roxo. Eu duvido muito. Quanto a você, não sei. Mas duvide. Rsrsrsrsrsrs.
         Aqui pra nós: você não acha que estamos precisando de uma revoluçãozinha de verdade?