O que você quer saber sobre História?



Este blog tem como objetivo discutir História, postar artigos, discutir assuntos da atualidade, falar do que ninguém quer ouvir. Então sintam-se a vontade para perguntar, comentar, questionar alguma informação. Este é um espaço livre para quem gosta de fazer História.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

HISTÓRIA DO BRASIL ATRAVESSADA



         Nas minhas conjecturas historiográficas, vejo-me atabalhoado todas as vezes que revisito a história deste país de mentiras e embromações. O Brasil, quando bem pensado, é uma mentira só, uma hipocrisia de doer, um faz de contra de arrancar escárnios e raiva.
         Pois bem, quando estudando na escolinha primária , ficava a resmungar pelos cantos das salas sobre a história dos indígenas em Pernambuco lutando para expulsar os holandeses que eram os protestantes, os bons mocinhos e não os escravizava como faziam e fizeram os padres vindos da Espanha e de Portugal a través principalmente dos Jesuítas, para escravizá-los e tomara as suas terás em favor do rei de Portugal depois, Espanha. Também não consigo entender como os negros organizaram em batalhão de chefiado por Henrique Dias para darem as suas vidas contra os holandeses, patrões bondosos, cuja orientação protestante estimulava a liberdade e o trabalho assalariado com a abolição da escravidão.

       Felipe Camarão foi outro índio que lutou ao lado dos portugueses e espanhóis para expulsar os holandeses. Se me volto para o Rio de São Sebastião, (Rio de Janeiro), lá estavam os índios se matando em favor dos portugueses e contra os franceses Huguenotes, portanto protestantes que desejavam um mundo melhor para eles.
          Se me volto para a famigerada campanha contra o Paraguai, (Guerra do Paraguai), lá estão batalhões inteiros, tanto de negros quanto de índios, lutando e dando gratuitamente suas vidas para que permanecessem escravos no Brasil, e, os índios se verem sem suas terras que foram tomadas pelos brancos além de terem sido exterminadas tribos e povos inteiros pelos brancos, pelos quais lutaram.
         Em contra partida lá me vem a história chorosa e morosa de que um certo português de nome  Calabar entregou seus companheiros, sendo considerado enviesadamente, um traidor, coisa que nunca foi. Traidor afinal do que e de quem se o Brasil era uma miserável colônia esquecida de, dominada pelos atravessadores e espertalhões como o contrabandista de pau-brasil Fernando de Noronha destruidor de matas e inimigo da flora e fauna brasileira.
        Se me volto para os patronos das nossas forças armadas, quando levantamos o opaco véu da história, lá encontramos verdadeiros criminosos que praticaram as piores atrocidades contra os povos da Cisplatina como Tamandaré, Osório etc. etc.
        Se me volto para o Hino Nacional lá está ele recheado de erros crassos e absurdos, além de não dizer coisa com coisa, muito menos exercer o poder de cobrir o brasileiro pobre e desassistido de tudo, de brios de ser brasileiro.
        Então que morra este pobre país no engodo da prostituição, do futebol, da roubalheira dos políticos e da ausência de homens decentes que se revoltem contra a degradação em que vivemos.
       Pobre país.
       Agora estamos sendo assaltados pela FIFA, pelas empreiteiras e  pelos governantes.Depois vem alguém falar contra os norte americanos com o dólar nas alturas ainda que mantenham  soldados e guerras pelo mundo todo.
       Pobre país sem machos. Tem mulher demais mandando!!!!!!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

IBAMA EQUIVOCADO



          Coisas que podemos constatar são os equívocos do IBAMA em especial no que concerne a flora e à fauna. A constituição de 1988 trouxe muitos exageros. Lembro-me, em especial, de um deles, um cidadão roceiro e ignorante, analfabeto e despossuído de bens e recursos de sobrevivência, preso numa cadeia fétida por ter matado um preá assim como outro que foi recolhido à prisão, sob o rigor do mais vetusto juiz brasileiro por ter retirado da mata um pedaço de casca de madeira para fazer uma infusão.
          O mesmo juiz que prendeu o campônio miserável, é o mesmo que faz vistas grossas contra os piores delinquentes, não lhes julga nem lhes apena, não ata nem desata as lides.
          O IBAMA prende e faz incursões para prender pequenos criadores de pássaros ou de jabutis que os vende nas estradas em busca de sobrevivência para si e seus filhos. Recordo-me nos sertões de trinta anos atrás, milhares de aves e jabutis, enfim, animais de todas as espécies vendidos e facilmente encontrados e comerciados nas feiras do interior.
         O IBAMA é equivocado porque nãoprende o fabricante do poderoso veneno que fazendeiros fazem uso nas plantações para matar ervas daninhas que terminam por extinguir pequenos animas. A criação, por exemplo, de jabutis, só se tornou possível em quintais domiciliares, eis que os desmatamentos, as licenças ambientais para roçagem queimam e plantações, acabam por destruir o habitat de milhares de espécie, sobreviventes, graças ao aprisionamento dessas espécies e criadouros comuns e sem fins comerciais. Outro dia o IBAMA chegou a casa de um meu amigo, tomou-lhe o papagaio criado  com mais de 12 anos, palrador e manso, levando-o  para  não se sabe onde, dando destinação duvidosa.
         Doei cerca de dois anos atrás, mais de oitenta cágados (jabutis) ao IBAMA, originados de dois pequeninos que minhas filhas ganharam nos sertões em uma viagem. Na natureza não se encontram mais jabutis por não terem como se desenvolver, faltar água e alimentos uma vez que os lugares do seu desenvolvimento foram transformados em pastagens e criadouros de nelore, plantação de soja e milho na voragem capitalista e destrutiva da natureza.
          É, pois, um grande desserviço as proibições e perseguições do IBAMA exercida contra o comercio de animais silvestres quando seu foco deveria centrar-se nas fábricas de defensivos agrícolas e nos venenos potentes que são disseminados nas fazendas e plantações, mas prefere perseguir pequenos e pobres que, ao final, são os verdadeiros responsáveis, ainda, pela manutenção e conservação das espécies que estão em franco desaparecimento, portanto em vias de extinção
          Quando comecei a construção da minha casa, o terreno era abundante de papa-capim e tiziu. A cidade, cheia de animais em qualquer terreno por construir. Ao derredor, matas e extensas áreas verdes que foram cedendo lugar as construções. Tenho mais de oito anos que não vejo um papa-capim no meu terreno. Rolinhas constroem seus ninhos, mas não passam de duas ou três, terminando por se envenenar nos pastos a cata de alimentos como sementes de capim.
        Quem está destruindo a flora e a fauna são os grandes empreendimentos agrícolas, as plantações extensas, o capital especulativo, a ganância, a política que cede ao capital, os corruptos e corruptores, corrompidos e ladrões da coisa pública, os beneficiários de verbas e mais verbas púbicas para desmatamentos e supressão da vida selvagem, a especulação imobiliária a qualquer preço, os corrompidos nas campanhas pelas doações, pelas facilitações, pelos esquemas criminosos e não o pequeno e morto de fome das beiradas de estradas a vender um ou outro filhote de animal para matar a fome dele mesmo e dos seus filhos que nunca são vistos na hora de distribuição das riquezas que ele produz, mas que o país não distribui com o povo.
          Os grupos de usurários e insensíveis que destroem a natureza abertamente e com anuência dos governos em troca a de vultuosas doações de campanhas e outras “maracutaias” de todos já conhecidas.
          Falta muita gente nas cadeias.
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JOSÉ DE LIMA COUTINHO – GRATIDÃO ETERNA O HOMEM QUE MESMO MORTO, VIVE NA MINHA VIDA.



          Tenho o retrato dele guardado dentro da minha bíblia e me acompanha há exatos 48 anos de vida. Todos os meus filhos e amigos já o viram e tiveram de ouvir a minha história, e, sobre quem foi aquele homem. É muito comum eu sonhar, ainda hoje, com  José de Lima Coutinho.
          Este nome contém a minha gratidão que talvez nem tenha sido dispensada aos meus pais. O nome vive e mora nas minhas entranhas desde o distante ano de 1967 quando, fugindo da sanha perseguidora por causa do Evangelho que eu havia abraçado em 1966, tive de empreender várias fugas e escapatórias.
         A primeira começou com a perda do meu primeiro emprego federal, conquistado mediante concurso publico e aprovado em 2º lugar no Estado da Bahia no ano de 1964. Ao aceitar o Evangelho de Jesus meu chefe imediato foi  a Salvador exigir, como se dizia, a minha cabeça. Dizia ele que eu não era mais aquele menino da sua admiração, beberrão, mulherengo e valentão. Em Salvador contou um emaranhado bem cavernoso a meu respeito. Ironia da vida, muitos anos depois, teve de recepcioná-lo na cidade aonde vivo hoje, numa passeata política que atravancava minha passagem de carro, enquanto ele me bajulava e dizia que um seu filho pertencia a igreja Batista Betânia.
         Saindo de Muritiba fui acolhido em um colégio da denominação dos Batistas, o Taylor-Egídio aonde estudei um ano e meses quando, tive de ser despedido (expulso), por um diretor xereta e bajulador de ricos em meu desfavor. Sai pelas estradas da vida, certo de que Deus jamais abandonou os seus, e, fui parar, depois de ter tentado em Salvador encontrar um colégio, na cidade de Serrinha.
          Em Serrinha fui morar com um tio. Logo a má-fé, a desconfiança, a perseguição, a incredulidade e as perseguições do meu tio passaram a exigir a minha saída da sua casa, pelo motivo de eu ter pregado a Palavra do Senhor a ele e um rapazinho que vivia na casa, mas que, passavam o dia todo bebendo e farreando pela cidade. Sua casa era único abrigo em que vivi cerca de três meses em meio a todo tipo de humilhação. Fui posto para fora da casa que dizia não aceitar “crente,” nem “protestante”, nem “herege,” nem amaldiçoado que não praticava a religião do pai e da mãe, e que ia morar na casa de católico. Era, na verdade, um devasso miserável e infame que rejeitou a Palavra do Senhor, vivendo em pecado e abominação.
         Orei fervorosamente ao Senhor e, quando estava faltando dois minutos para deixar a residência do tio,pois o tio marcou dia, e hora de saída compulsória, eis que um jipe para a porta com um motorista nervoso a gritar pelo meu nome. Seu nome: Paulo Coutinho, neto de José de Lima Coutinho.
          José Coutinho era um senhor de 82 anos de idade. Disse-me que havia sonhado com um rapaz sendo perseguido e mandou pedir informações sobre esse rapaz. Nunca me vira na vida. Não sabia quem era o Max, não conhecia minhas origens, apenas me acolheu em seu lar, a sua mesa, aonde eu sentava sem limitações e conversávamos amigavelmente dia e noite, viajamos constantemente para Caldas do Jorro, lá passávamos dias e dias e visitávamos igrejas.
          Fui morar no coração da cidade de Serrinha. Tinha um jipe na mão, continuei meus estudos no colégio que Deus abriu as portas para mim, a Escola Normal da Serrinha, morava e partilhava o lar de um dos homens mais ricos de Serrinha, aposentado coletor estadual, fazendeiro de milhares de terras e gado abundante e me alimentava sem reservas e sem limites.
         JOSÉ DE LIMA COUTINHO era um crente no Senhor. Criou seus filhos, a maioria médicos, no temor do Senhor. Conheci alguns deles. Jamais recebi um olhar de desconfiança de qualquer deles. Fundador e espalhador de igrejas era, também, benfeitor de pastores e de todos os que dele necessitasse. A família de José de Lima Coutinho se compunha de crentes no Senhor Jesus. Paulo Coutinho parece que se viu até aliviado em entregar-me o jipe, pois, não sendo ele ainda crente, não gostava de levar o velho avô José de Lima Coutinho aos templos, ter de esperar e participar. Então passei a ser uma espécie de motorista a visitar doentes, a levá-lo em igrejas, a pregar aonde íamos a seu convite e escolha.
         José de Lima Coutinho foi chamado para morar na Mansão Eterna no mesmo ano de 1967. Ajudei a vestir o terno cadavérico, juntamente com a bondosa e santa “Zifinha”. Familiares estiveram presentes, menos doutor Antonio que morava no Rio de Janeiro, que se despediu, meses antes do pai, com a promessa de se encontrarem somente na eternidade. Eu vi. Eu estava presente. Dizia o Doutor Antonio ser cheio de afazeres, mas não por negligencia ou desamor, mas na certeza de que os crentes e os servos do Senhor depositam e se depositam não na terra, mas na eternidade prometida.
          Ajudei a depositar JOSÉ DE LIMA COUTINHO na terra do cemitério de Serrinha. Ato contínuo, retornamos para a residência para velar a sua amada esposa que tinha sido filha do falecido Egídio, doador do terreno onde fundaram o Colégio dos Batistas, o Taylor-Egídio, na cidade de Jaguaquara aonde se formaram várias gerações, no começo da pregação do Evangelho, naquela localidade e estabelecimento do trabalho Batista no sudoeste do Estado da Bahia.
          Um dia depois de termos depositado o pó ao pó, de onde veio JOSÉ DE LIMA COUTINHO, voltamos ao mesmo cemitério para depositar, dessa vez, a sua amada e velhinha esposa de toda uma vida.
        Um mês após fui embora daquela cidade.
        No ano de 2005 fui àquela cidade e fiz questão de parar o carro em visita a casa. Surpreendentemente virou um montão de entulho. Os herdeiros deixaram que a casa ruísse. Nada foi construído sobre as antigas ruínas. Parece um monumento. Quedei-me entristecido e agradecido numa prece aos céus em agradecimento pelas vidas daquelas pessoas que, sendo desconhecidas acolheram um desconhecido no mais íntimo do seu lar, abriu-se em amizade franca dando acolhimento em vez de desprezo que muitas vezes o sangue comete.
          Quanto ao meu tio, morreu. Sem glória e nos seus pecados infames, procurou esconder-se e assim viveu, ao que eu soube o resto da sua miserável vida, porém, sem Deus, sem Cristo e sem Salvação.
         A saga continua. Hoje, qual viajante já cansado e saudoso, depois de plantar tantas cruzes e levar tantos à morada aonde permanecem seus corpos inertes a espera da trombeta ecoar e da volta do SENHOR JESUS, constato que tudo valeu a pena quando a nossa fé não se desviou do Caminho não obstante as quedas e dúvidas, dos ensinos do Senhor.
          No peito, uma certeza que o envelhecido Max carrega, a de que, um dia, muito próximo, em nome de Jesus, estarei adentrando os portais da Mansão Eterna, pisarei em ouro fino, pedras e especiarias aonde abraçarei e serei abraçado não apenas por José de Lima Coutinho, mas, também de outros muitos afortunados apressados que me precederam na vida. Hei de estar na alvorada quando soar a minha trombeta. Amém.
          JOSÉ DE LIMA COUTINHO vive. No meu coração ele continuará vivo para sempre.
Por favor repasse essa mensagem.
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sábado, 8 de junho de 2013

IGREJAS, PREGADORES E CRENTES ZUMBIS.



          A vida trás amadurecimento, dúvidas, certezas e convicções que amealhamos e costumamos chamar de conhecimento. O crescimento dos evangélicos espantosamente deu um salto de quantidade, multidões se dizem e se declaram “cristãos”, mesmo em meio a tanta afronta e desrespeito aos ensinamentos dos Evangelhos.
          Com o chamado neo pentecostalismo, agremiações denominadas de “igrejas evangélicas” saltaram do dia para a noite e se organizaram, aparecendo pregadores de todos os naipes, novas figuras desconhecidas do contexto bíblico e interpretações as mais aberrantes e nefastas. Muitos desses ensinadores não cursaram uma faculdade teológica, jamais estudaram a bíblia e as doutrinas  são convocados e contratados segundo suas capacidades de convencimento das pessoas , de arrecadar dinheiros e ensinar mentiras, consoante sua possibilidade de bem falar.
        Em meio a essa enxurrada de falsos pregoeiros do Reino do Senhor apareceram, além, cantores e cantoras denominados “gospel”, verdadeiros embromadores e destorcedores de letras a fazer e a vender shows, costumes espúrios, abominações e aproveitadores, pessoas ingênuas, mas nem tanto,  e, por que não dizer, de má fé que se locupletam dos ensinos transformando em fonte de renda e descaminhos, com” pregadores profissionais” ensinando, escancaradamente como enriquecer, como prosperar, como adquirir riquezas e como “determinar a vinda do reino para a terra”. Vendilhões ordinários que fizeram com que multidões de milhões dos chamados “crentes zumbis” passassem a infestar os templos e suas denominações, em busca de milagres, cometendo estelionatos e passando o conto do vigário em Jesus como se tal fosse possível. Sob promessas mirabolantes os falsos pregadores transformaram milhões de pessoas em verdadeiros “zumbis dentro das falsas  igrejas”.
          Nessa sanha de apóstatas da verdadeira fé, eles não ensinam que a alegria do crente está só em Jesus, não na aquisição de bens materiais, mas  nas Suas promessas que só podem ser encontradas na consonância dos Evangelhos ensinados por Jesus, esses falsos ensinadores e pregadores passaram a ensinar verdadeiras heresias que, em comparação com as heresias ensinadas pelo catolicismo, perdem feio. Roma hoje, pode-se até dizer, é uma igreja de inocentes tamanhas as barbaridades que essas igrejas neo pentecostais ensinam as pessoas incautas, muitas delas jamais abriram nem leram a Palavra de Deus. Dentro dessas agremiações existe de tudo, desde assaltantes a homossexuais, desde incrédulos em busca de milagres e sinais miraculosos até prestidigitadores e mágicos, prostitutas, garotas de programas, traficantes, inescrupulosos comerciantes em busca do enriquecimento fácil, sem contar a mais baixa bruxaria e espiritismo de todos os naipes, desde o Kardecista até o umbandista. Misturam fé com todo tipo de superstição, banhos de descarrego, ensinam a pisar e andar sobre sal, beber água do rio Jordão, óleos de Israel, pedras e rosas miraculosas, novenas, trezenas, campanhas mentirosas, abominam a santidade de Deus, vendem toalhinhas e outros adereços, roupas íntimas para prender e trazer de volta maridos, noivos e namorados, vendidos e comercializados dentro desses templos suntuosos, enfim  a mais barata e esculachada superstição que se possa conhecer.
          E pensar que Martinho Lutero, no século XVI, ao visitar em penitencia o Vaticano, se horrorizou com o balcão de negócios da igreja católica, nascendo daí a Reforma Protestante e a pregação escancarada dos evangelhos. Roma e o Vaticano hoje são uns inocentes diante do quadro dos chamados “evangélicos neo pentecostais”. Esses infames destorcedores dos Evangelhos e da Palavra do Senhor nem ao menos são crentes no Senhor Jesus.
          Igrejas existem que cresceram em número, aos milhões em poucos anos de existência, pregando e ensinando uma bíblia inexistente, a Palavra inexistente, o erro e a ganância, ou, quando fazem, usando algum texto, o fazem totalmente descontextualizado, quando não, textos absolutamente inventados que não resistem a uma simples hermenêutica teológica.
         Em consequência as pessoas acorrem aos templos dessas sanguessugas compram e vendem toalhinhas, fronhas, meias, carnês promessas de riqueza e bonança, os céus aqui na terra, truques os mais baixos, mesmo sendo de circo mambembe para a espetaculosa turba de ignorantes, mas não se ouve o puro Evangelho de Jesus nem se falar no Reino futuro, desconhece a Nova Jerusalém e se esquivam de aprender significados de verdadeira vida cristã e em Cristo a morada eterna que desaparece e não é mostrada pelos apóstolos da materialidade. Eles sim crescem comprando jatinhos, vendendo facilidades nas emissoras de televisão pagas pelas ofertas dos desavisados estelionatários, os zumbis em busca de milagres e espetáculos que tais pregadores ensinam e os incautos buscam. São uns cínicos, boçais, a morar em mansões, a adquirir fazendas e sítios, haras os mais ricos, gado e raças de puro sangue, fazendas milionárias, a viajar para o exterior, se dedicam a trocar seus jatinhos de muitos milhões, anelões de ouro nos dedos, a desfilar em carros blindados, a contrastar em tudo por tudo com aquela pobreza de Jesus que fazia com que, Ele mesmo, só tivesse, durante toda a sua vida, uma única túnica, recebendo uma vistosa e bonita, quando os homens Lhe levaram à cruz, assim mesmo tomando-a de volta em disputa de dados, bem diferente dos aproveitadores do seu Nome, hoje em dia, a se vestir ricamente em trajes fora do alcance de pessoas comuns.
          E se dizem e se declaram os infames, abençoados.
          O futuro está próximo. Os crentes sinceros que atravessaram suas vidas dedicadas ao Senhor que se apropriaram das promessas do Senhor aguardamos com a mais pura e profunda expectativa, já que os dias da Sua vinda próxima e a consolação dos verdadeiros crentes está na apropriação da Nova Jerusalém que descerá do céu ataviada, como uma noiva para nos levar para a Morada dos santos e justos. Amém. Abrevia Senhor a Sua vinda.
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